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quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

POLÍCIA APONTA QUE ADOLESCENTES SUSPEITOS PELA MORTE DO CÃO ORELHA TENTARAM AFOGAR

Caso de maus-tratos na Praia Brava envolve ao menos quatro adolescentes e segue sob investigação da Polícia Civil de Santa Catarina
A Polícia Civil de Santa Catarina informou que os adolescentes suspeitos de envolvimento na morte do cão comunitário Orelha, em Florianópolis, também teriam tentado afogar outro cachorro na região da Praia Brava, área nobre da capital catarinense. 
A informação foi divulgada pelo delegado-geral da corporação, Ulisses Gabriel, por meio das redes sociais.
De acordo com a investigação, o segundo animal, conhecido como Caramelo, costumava andar junto com Orelha. 
Em um dos episódios apurados, ele teria sido levado ao mar pelos adolescentes, mas conseguiu escapar. 
Após o ocorrido, o cachorro foi adotado por moradores da região.
Na segunda-feira (26), a Polícia Civil cumpriu três mandados de busca e apreensão relacionados à apuração de crimes de maus-tratos a animais e coação. 
As diligências ocorreram em endereços de adolescentes investigados e também nas residências de seus responsáveis legais.
Segundo a polícia, quatro adolescentes são apontados como suspeitos de participação nas agressões que resultaram na morte de Orelha. Dois deles foram localizados em Florianópolis e alvos da operação. Os outros dois estariam nos Estados Unidos em viagem previamente programada.
O caso ganhou grande repercussão após a confirmação da morte do animal, que tinha cerca de 10 anos e era cuidado por moradores da Praia Brava. 
Orelha desapareceu no início de janeiro e foi encontrado dias depois em estado grave por uma das pessoas responsáveis por sua alimentação. 
Ele foi levado a uma clínica veterinária, mas, diante da gravidade dos ferimentos, foi submetido à eutanásia.
A morte do cão comunitário gerou comoção nas redes sociais e mobilizou moradores, ativistas da causa animal e personalidades públicas, que passaram a cobrar providências e responsabilização dos envolvidos.
Na Praia Brava, três abrigos improvisados servem de suporte para cães comunitários que se tornaram símbolos da região. 
Orelha era um deles e recebia cuidados diários de moradores locais.
A Polícia Civil segue com as investigações para esclarecer todos os fatos e adotar as medidas cabíveis conforme a legislação vigente.
Fonte : Portal Pará Web News
Blog do Xarope via Portal Pará Web News

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