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terça-feira, 7 de abril de 2026

PRF : Preso em Marabá ganha direito a liberdade .

Policial rodoviário federal foi preso sob suspeita de receber R$ 50 mil para fraudar concurso da PM no Tocantins, mas responderá em liberdade.
A prisão do PRF ocorreu no dia 19 do mês passado, mas agora ele responde em liberdade.
O Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins revogou a prisão preventiva de um agente da Polícia Rodoviária Federal (PRF), lotado em Marabá, que foi preso no dia 18 do mês passado. 
Ele é investigado por possível envolvimento em uma fraude no concurso da Polícia Militar do TO. 
De acordo com as investigações, o agente federal teria recebido R$ 50 mil para fazer a prova no lugar de um candidato, em junho do ano passado.
A prisão aconteceu logo nas primeiras horas da manhã, na casa do agente, no Bairro Cidade Jardim, durante a operação Última Etapa, deflagrada no Pará e também em Pernambuco, Paraíba e Goiás. 
Ao todo, oito pessoas foram presas. Todas ganharam o direito de responder ao processo em liberdade provisória.
A reportagem deste CORREIO entrou em contato, por telefone, com o advogado Odilon Vieira Neto, que atua na defesa do policial rodoviário, para obter mais informações sobre o caso. 
No entanto, o advogado respondeu apenas que “a defesa recebe de forma serena a decisão, que se adequa à Constituição Republicana e ao Pacto de San da José da Costa Rica”.
Na sentença, a Justiça determina que o agente – assim como os outros investigados – deve comparecer mensalmente em juízo para informar e justificar atividades; não pode se ausentar da Comarca de residência sem autorização judicial; e não haver contato entre os investigados e testemunhas do processo.
O CASO
De acordo com a Polícia Civil do Tocantins, a fraude teria ocorrido na primeira fase do concurso da PM, realizada em 15 de junho de 2025. 
Cinco candidatos teriam pago outras pessoas para fazer as avaliações da primeira etapa no lugar deles, desembolsando até R$ 50 mil para isso.
O esquema foi descoberto após a polícia concluir que as digitais e assinaturas colhidas no dia da prova não eram compatíveis com os registros de outras fases do concurso.
A Polícia Militar do Tocantins informou que os indícios de irregularidade foram identificados pela Comissão Organizadora do Concurso, que compartilhou as informações com a Polícia Civil do Tocantins.
Fonte : Correio o Portal de Carajás
Blog do Xarope via Correio o Portal de Carajás .

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