quarta-feira, 20 de julho de 2011

OS NÔMADES DE BELO MONTE 
REVISTA RETRATA O MOMENTO EM ALTAMIRA

"A história dos migrantes atraídos pela terceira maior hidrelétrica do mundo. E o drama dos moradores que deixam o sossego de suas casas para dar lugar aos canteiros de obras da usina".


OS SEM-PALAFITA – O garoto Rafael em frente ao quarto alugado onde mora com a família. Com a obra, o local vai ficar embaixo d’água

O vaivém de carros na estrada que liga as cidades de Altamira e Vitória do Xingu, no Pará, ficou mais intenso no último 9 de junho. Naquela noite, à beira do asfalto, o empreendedor Adão Rodrigues inaugurava mais um de seus negócios itinerantes. A faixa na entrada da casa lhe parecia clara o suficiente: “Estreia hoje a Boate da Noite”. Nem todo mundo, entretanto, entendeu do que se tratava. Afoitos com a novidade, muitos dos frequentadores chegaram acompanhados de suas mulheres. Só quando avançavam pelo portão notavam que aquela não era uma balada qualquer, e sim o novo bordel da cidade. Os casais permaneceram com a devida autorização do dono. A restrição mesmo veio por parte dos namorados ou maridos, que tapavam com as mãos os olhos de suas respectivas no clímax da noite, o striptease das princesas da casa. O pecado de Adão Rodrigues, nesse caso, foi tropeçar no linguajar regional. Paranaense de nascimento, ele não reparou que no Norte do Brasil prostíbulo se chama brega. Boates lá são sinônimos de danceteria, onde as companheiras de vida são bem-vindas.


DIVERSÃO GARANTIDA – À esquerda, o empresário Adão Rodrigues com a família em sua nova casa em Altamira. À direita, a prostituta M. durante um striptease na Boate da Noite. Eles migraram para o Pará com um objetivo comum: ganhar dinheiro com a chegada dos homens atraídos pela usina de Belo Monte

O engano de Rodrigues ilustra o choque cultural (e social) entre a população nativa e os migrantes atraídos pela maior obra de infraestrutura do Brasil. Altamira, além de acolher a Boate da Noite e ter o título de maior município do mundo (sua área é superior à de Portugal ou da Áustria), é palco da construção da usina de Belo Monte. Trata-se do principal investimento do governo federal, emperrado por pelo menos três décadas sob acusações de ameaçar o Rio Xingu, os índios e os ribeirinhos. No começo de junho, o empreendimento – que deve ser a terceira maior hidrelétrica do mundo, atrás de Três Gargantas, na China, e de Itaipu – recebeu sua licença de instalação. O aval liberou a ocupação dos canteiros de obras. Começam agora a chegar à cidade as máquinas parrudas. Junto com trabalhadores e comerciantes visionários.
O município, com uma população estimada em 100 mil pessoas, já recebeu 20 mil desde o anúncio da obra. A revolução em Altamira está só começando. No pico da construção, previsto para 2013, em torno de 19 mil barrageiros serão contratados. Com eles, chegarão mais famílias, comerciantes, potenciais funcionários de empresas periféricas que servem a obra. À rodoviária ou aos aeroportos, homens e mulheres chegam – inclusive de outros países – à procura de emprego. Dezenas de trabalhadores viajam diariamente para a região de Altamira em busca de oportunidades – frequentemente ilusórias. Segundo estimativas, a cidade pode ganhar mais 80 mil habitantes no auge da obra. O fluxo lembra outros fenômenos amazônicos, como a corrida do ouro, que nos anos 1980 chegou a atrair 100 mil garimpeiros para Serra Pelada, deixando um rastro de destruição, violência e pobreza. Agora, a 610 quilômetros ao norte, em Altamira, uma nova invasão se anuncia. E, apesar dos anos de planejamento de Belo Monte, a região não parece preparada para recebê-la.
Rodrigues e a família aportaram há três meses em Altamira, depois de 1.800 quilômetros de terra pela Transamazônica, 158 pontes de madeira enjambradas (contadas pela mulher, Solide Fatima Triques) e um pedágio pago a um líder indígena. Aos deslocamentos populacionais puxados pelas obras de engenharia, os responsáveis pelo lazer chegam primeiro. Rodrigues tem um currículo robusto no que diz respeito a entreter os trabalhadores das barragens, os chamados barrageiros. Começou operando máquinas no canteiro de obras, mas logo descobriu que a atividade paralela dava mais dinheiro. Agora, faz casas noturnas perto das usinas. Ele diz que já fez as malas pelo menos 14 vezes no decorrer de seus 50 anos, atrás das hidrelétricas. “Não tenho apego a bens, encaro tudo como uma aventura”, diz. Em sua última viagem, deixou seu cabaré ao lado da hidrelétrica de Jirau, em Rondônia, para tocar um negócio mais promissor em Belo Monte. É o mesmo roteiro seguido agora por seus clientes. Rodrigues pretende abrir outros dois prostíbulos e dois hotéis ao lado da usina. “Vamos ganhar dinheiro com esta obra por pelo menos dez anos”, afirma.


DE PAI PARA FILHO – O barrageiro Divino Junior em Altamira. Ele e sete irmãos seguiram o ofício do pai: construir as grandes obras

Os sinais de oportunidade em Belo Monte repercutem longe. A prostituta M. teve notícia do frenesi econômico a mais de 4.500 quilômetros de Altamira. Até maio passado, ela vivia do Paraná. Lá, uma colega comentou sobre as vantagens de trabalhar próximo às construções. Também garota de programa, a moça havia acabado de voltar com dinheiro de Rondônia, mais precisamente dos quartinhos do antigo cabaré de Rodrigues. “Ofereci R$ 200 para quem conseguisse o novo telefone do dono da boate”, diz M. Em uma tarde de descanso na Boate da Noite, ela interrompe a troca de esmalte da mão (“por um azul que está usando muito”) para pontuar as diferenças da clientela paraense: “Os homens aqui são mais brutos, chegam a ser agressivos. Mas eu vim para cá atrás de dinheiro, não dá para ficar com frescura”. Com o dinheiro, M. quer comprar uma casa para viver com seus dois meninos, de 6 e 7 anos, segundo ela, roubados pelo ex-marido depois da separação.
Existem dinastias especializadas em seguir as grandes obras. Como a do barrageiro Divino Junior, de 31 anos. Ele tem 16 anos de experiência em carteira na construção de hidrelétricas. Diz que seu pai sempre trabalhou construindo usinas e passou o ofício para oito dos dez filhos, inclusive as mulheres. “Filho de barrageiro é criado no mundo”, afirma Junior. “Cada um de meus irmãos está em um Estado diferente. A gente só reúne a família quando coincide de trabalhar num mesmo lugar.” Junior chegou a Altamira junto com dois amigos barrageiros no começo de março. Deixou um salário bruto de R$ 9 mil na hidrelétrica de Jirau, em Rondônia, e seguiu de carro pela Transamazônica  numa viagem de quatro dias. A troca faz sentido no longo prazo: a obra de Jirau deverá acabar em 2016, a de Belo Monte vai durar até 2019. Mas Junior ainda não foi contratado. Das 11 barragens que já ajudou a erguer, guarda as lições do submundo das usinas. “Dentro dos alojamentos, você tem de ver e fingir que é cego. Ouvir e fingir que é surdo”, diz. Junior conta que em Jirau, divisa com a Bolívia, toda semana um ou outro trabalhador vai até o país vizinho para comprar ilegalmente a “ponta 40”, uma pistola de uso militar. Muitos dos contratados pelas empreiteiras são ex-presidiários. É um incentivo à reinserção na sociedade. Porém, parte deles acaba em atividades ilícitas, principalmente no tráfico de drogas. “Eu era chefe de um ex-presidiário que traficava na obra. Quando quis demitir, ele me ameaçou de morte”, afirma. “Só nas hidrelétricas de Rondônia vi morrer uns 30.”
A experiência de Junior mostra as perspectivas econômicas trazidas pela obra. Mas também que elas não se concretizam se a região estiver despreparada para transformar os investimentos em melhorias permanentes. Os sinais em Altamira são preocupantes. A começar a recepção aos migrantes. Muitos deles, sem condições mínimas para se manter, vão parar em abrigos municipais. Outros se empoleiram em palafitas alugadas, sem água encanada ou esgoto. Altamira, hoje, não comporta os recém-chegados. Para conseguir um hotel, é preciso ligar com mais de uma semana de antecedência. Encontrar um pé de alface a um preço acessível é um golpe de sorte. “O município não está preparado para receber este empreendimento”, diz Odileida Sampaio, prefeita de Altamira pelo PSDB, enquanto arruma os bobes do cabelo. “Precisamos de desenvolvimento. Caso contrário, em dez anos as pessoas vão pegar suas malas e ir embora. Deixando só os impactos aqui.”
Se durante o dia Altamira tem o agito de um novo polo migratório, quando a noite chega ela é tomada por uma tensão velada, especialmente nos bairros mais pobres. Na madrugada, só gatos e cachorros perambulam pelas ruas. Há notícias de traficantes assassinados toda semana. O crack e o óxi (uma droga mais destruidora) se disseminam rapidamente. “De fevereiro para cá, quando as pessoas começaram de fato a chegar, a criminalidade dobrou”, afirma Cristiano do Nascimento, superintendente da Polícia Civil. Os reflexos na saúde s também já são sentidos. O número de internações e atendimentos em postos médicos aumentou. A solução seria preparar a cidade para o novo contingente. Mas há um descompasso entre a chegada de recursos para sanar os problemas socioambientais e o início do empreendimento. “Você só pode adquirir financiamento depois que todas as licenças ambientais saírem”, afirma Carlos Nascimento, presidente da Norte Energia, responsável pela obra. “Até outubro, quando deverá ser liberado o aporte maior do banco, vamos usar o dinheiro dos investidores para reduzir os impactos.”


MIGRAÇÃO FORÇADA – No sentido horário: enquanto as mulheres lavam roupa, um menino se refresca num afluente do Rio Xingu. O agricultor Antônio Sales, recém-indenizado pela usina, colhe o cacau. Tem medo de ser assaltado. E Maria Terezinha com a família durante uma pausa na limpeza do terreno recém-invadido. Todos eles deixarão suas casas para dar lugar à hidrelétrica

Enquanto muitos migram para a cidade em busca de uma vida abastada, milhares de moradores da cidade começam a fazer um movimento diferente: deixar suas casas para dar lugar à usina. Serão nômades por falta de opção. A hidrelétrica vai desapropriar 7.900 imóveis, entre rurais e urbanos. Até o começo de julho, só 159 haviam sido indenizados. As famílias terão de sair porque moram em locais que vão ser alagados pela represa. Ou em terrenos afetados pela obra. A comunicação precária entre a Norte Energia e os atingidos da barragem gera insegurança em Altamira. No mês passado, cerca de 2 mil famílias invadiram um terreno privado para consolidar uma ocupação irregular. Muitas para especular com a terra apropriada. Outras por medo do futuro. Maria Terezinha de Souza, de 49 anos, vive em uma palafita no bairro do Açaizal, que pode ser alagado por Belo Monte. Movida pela ambição de ter um lar seco e pela incerteza de seu destino, tirou seu foice do armário e partiu para picar o mato. Queria garantir um pedaço de chão. “Vi na televisão que o pessoal estava invadindo”, diz ela. “No outro dia de manhã, vim com a família toda.” Agora, Maria faz vigília para não perder seus cinco lotes recém-tomados.


OS SEM-RIO – O agricultor José Alves navega com sua canoa a gás. Ele mora na Volta Grande do Xingu, um trecho do rio que pode secar

A notícia das transformações em Altamira chegou às tranquilas casas ribeirinhas, isoladas da cidade pelo rio. Ali, o único receio até então eram os rumores de onça rondando as criações. Agora a conversa mudou: fala-se em assalto, assassinato, drogas. O agricultor Antônio Sales, nascido há 57 anos e criado à beira do Rio Xingu, acaba de receber uma indenização para desocupar suas terras. Mesmo com insistência, ele não aceitou aparecer na foto da reportagem. Está com medo. O vizinho, também indenizado há pouco, foi assaltado em Altamira enquanto abastecia sua moto. “Cabra com dinheiro tem de ficar é longe da cidade”, afirma Sales. Até negociar sua indenização, ele nunca tinha lido um número tão grande acompanhado de cifrão. Leva uma vida simples, a da agricultura de subsistência, dos causos contados na porta de casa à luz do lampião. Os temores, supostamente trazidos pela usina, vão além dos ladrões. Sales está apreensivo com o futuro. “Se brincar um pouquinho, o dinheiro não dá nem para recuperar o que tenho”, diz, referindo-se a sua casa e aos 3 mil pés de cacau da propriedade, de onde tira o sustento das sete pessoas da família. “Eu não tenho profissão senão trabalhar. Preciso da terra para dar de comer.” Segundo Sales, a empresa não ofereceu auxílio para comprar um novo terreno.
Grandes obras como a usina Belo Monte são propulsoras de um movimento constante de vidas. Há os que chegam e os que saem. Outros não sabem se vão ou se ficam. É assim com o agricultor José Alves, de 59 anos, dono de um sítio em um trecho do rio chamado Volta Grande do Xingu. Como a obra vai desviar o curso natural do Xingu, cerca de 100 quilômetros do rio na Volta Grande terão redução drástica no volume de água. Os cientistas têm dúvidas de que será possível navegar naquele pedaço – o que mudaria a rotina dos milhares de pessoas, inclusive duas etnias indígenas. A empresa só considera afetadas pela construção as áreas alagadas do entorno. As regiões secas serão secundárias na redução de impactos. Alves se mantém na condição estática não somente por desconhecer se poderá percorrer o Xingu com seu barquinho. Mas também pela indefinição sobre sua moradia. Até agora, a Norte Energia não decidiu o que fazer com ele e os vizinhos. E Alves ainda não sabe se será, ou não, mais um migrante da usina de Belo Monte.
(Revista Época, Aline Ribeiro (texto) e Filipe Redondo (fotos), de Altamira,

De olho na saúde
Prefeito Danilo entrega Unidade de Saúde da Familia em Trairão
O Secretário de administração Antonio Leocádio com 
Max e Bombaem visita de vistoria na Unidade de Saúde.
Apesar de pouco tempo administrando o município de Trairão, o prefeito Danilo Miranda já mostrou que tem compromisso com os 4.009 votos, o equivalente a 58.75% que confiaram na sua eleição.
Além das obas que Danilo tem construído o município também voltou à credibilidade junto aos comerciantes da cidade e dos outros municípios.
Por isso, pensando em um melhor atendimento a saúde do município, o prefeito estará entregando a população de Trairão um belíssimo e equipada Unidade de Saúde da Família.
Juntamente com o secretário municipal de saúde Ilson Sousa têm a honra de convidar toda a população Trairense para a cerimônia  de inauguração que acontece nesta sexta-feira, as 18 horas.
A Unidade se chamará "Gabriel Marcelino de Sousa".

ARRAIÁ DA CULMINÂNCIA
CERCA DE SEIS MIL PESSOAS PRESTIGIAM O EVENTO EM URUARÁ

O Ginásio Poliesportivo Eduardo Nicolini, foi palco da 10ª edição do Arraiá da Culminância, com a presença de pelo menos seis mil pessoas que acompanharam o encerramento das festas juninas de Uruará. Um evento que faz parte do calendário cultural de eventos do Estado.

Organizado pela Secretaria Municipal de Esporte, Lazer, Cultura e Turismo – SELCTUR, o evento já é tradição e a cada ano o número de público é mais expressivo. No embalo do forró, três quadrilhas disputaram o título de melhor quadrilha municipal: os grupos Força Jovem do Distrito Alvorada, Explosão Uruaraense e Asa Branca. Este ano, contou também com a participação do grupo Onça Pintada do município de Placas, grupos de dança local e show com a banda Pisada Segura.
O evento que foi um sucesso já faz parte do caledário do município
De acordo com o secretário Zacarias Ribeiro, o Arraiá da Culminância demonstra um crescimento considerável, através dos grupos que a cada ano inova com visual, cores e performance durante as apresentações. “Temos investido na cultura. E com o desempenho das quadrilhas, somados ao apoio da prefeitura, nossos eventos ficam cada vez melhores, mais atraentes e com a participação da família uruaraense e de outros municípios,” explica o secretário.
Este ano, cada equipe, teve um tempo de 45 minutos para fazer sua apresentação com várias coreografias. No encerramento, avaliado pelos jurados dos municípios de Medicilândia, Placas e Rurópolis, a quadrilha Asa Branca consagrou-se a campeã da 10ª edição do Arraiá da Culminância, em 2º lugar a Explosão Uruaraense e em 3º lugar a quadrilha Força Jovem do Distrito de Alvorada.
Por: Cirineu Santos e Jr. - ASCOM
Fotos: Eliel Santos, Thiago Santos e Gilmário Moreno - ASCOM
 A volta do LEÃO
São Francisco recebe ajuda da prefeitura de Sanarém

José Antonio com diretores do São Francisco
Através da secretaria municipal de Planejamento e Coordenação Geral (SEMPLAN), a prefeitura de Santarém repassou na tarde de hoje (19), a primeira parcela de um total de R$ 70 mil ao São Francisco Futebol Clube, como forma de apoio e incremento às práticas desportivas, considerando que a agremiação esportiva tem mais de 80 anos de existência.
O repasse do cheque no valor de R$ 20 mil foi feito pelo prefeito em exercício de Santarém, José Antonio Alves Rocha, ao presidente do São Francisco, Edimar Ribeiro, que estava acompanhado no ato, dos demais diretores. “Esse dinheiro representa uma grande ajuda, haja vista que o São Francisco vem caminhando com muita dificuldade, principalmente nesse aspecto financeiro. Para nós, celebrar um convênio como esse, significa aliviar uma carga muito grande e com certeza, vai possibilitar o início das obras do tão sonhado Centro de Treinamento, que será o nosso ponto de referência. Eu acredito que será um passo muito importante, não só para a torcida azulina, mas também para o futebol santareno”, definiu Edimar.
De acordo com o convênio celebrado, a prefeitura de Santarém irá repassar ainda ao São Francisco, outras cinco parcelas mensais (de agosto a dezembro de 2011), no valor de R$ 10 mil cada. Em contrapartida, a agremiação atenderá a comunidade com projetos sociais. “Esse dinheiro será aplicado pelo Clube, nas despesas diversas que serão empreendidas para a manutenção das práticas esportivas destinadas ao esporte amador, bem como na adequação, ampliação e estruturação do seu Centro de Treinamento. Há um compromisso da diretoria de que, nossos alunos da rede municipal de ensino e das comunidades do entorno do Centro também serão beneficiados com práticas esportivas pelo Clube”, explicou José Antonio Rocha.
Juca Pimentel (secretário municipal de Governo), Rita Peloso (Assessora de Esporte e Lazer) e Manoel Batista Vieira (representante da SEMPLAN), também participaram da entrega do recurso.
Fonte: Ascom/PSM

Bandido TOMBA com dezenas de golpes de MACHADO

O elemento conhecido pelo vulgo de "thiaguinho" foi morto com dezenas de golpes de machado, a maior parte dos golpes foram na cabeça e nas costas, o corpo ficou dilacerado. Tudo ocorreu na localidade conhecida como Gerebinha, zona rural de Valença.

Segundo a polícia, thiaguinho tem um longa ficha criminal, era acusado de homicídio, assalto, tráfico e ameaças, ainda segundo a polícia o "thiaguinho" fazia parte da quadrilha de "bililica" outro bandido de alta periculosidade que esta foragido. Segundo informações a população já não agüentava mais ser incomodada por essa quadrilha que assalta e agride crianças e idosos.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Sem destino
Julio Magno perde partido em Uruará
Samuel Nogueira novo presidente
“O presidente regional do PR Anivaldo do Vale preferiu indicar o nome de Samuel Nogueira e Alberto CEARÁ para dirigir o destino do partido no município de Uruará”

Julio Magno ficou desmoralizado no município
O ex-vereador e candidato a prefeitura nas eleições de 2008, Julio Magno acaba de perder o comando do Partido da Reconstrução (PR), município de Uruará região da Transamazônica.
Oficialmente não se conhece os verdadeiros motivos, ou motivos, porém tudo indica que a infidelidade partidária, já que na eleição passada teria apoiado a candidatura do deputado Joaquim de Lira Maia, porém a direção do partido alegou falta de competência do ex-vereador para dirigir um partido com o tamanho da envergadura do PR no Pará.
O partido foi arrancado das mãos de Julio a pedido do deputado federal Lúcio Vale, filho de Anivaldo do Vale. “Agora eu sei que o partido PR está nas mãos certas em Uruará”, disse Anivaldo Vale se referido a gestão do ex-vereador Julio Magno que não teria feito uma boa gestão.  
Por telefone o novo presidente Samuel Nogueira esclareceu que o partido agora terá um grupo mais coeso, com estrutura política e administrativa, e que em pouco tempo se tornará um dos maiores partido do município. Já que as organizações e articulações políticas para as eleições 2012 começaram e quem deseja ser candidato a vereador comecem a se organizar, pois o prazo termina no final de setembro, o ideal.
Samuel Nogueira dos Santos (presidente)
Alberto Menezes, o popular Ceará da GORETE ( vice-presidente)
Luis Gonzaga Ancelis Junior ( Junior da Comunicação)
A nova diretoria que irá comandar o partido no segundo semestre de 2011 e nas eleições de 2012 com protocolo no 16.450/2011 no dia 14 de julho no TER.
ARTIGO 

Triste do eleitor que pensa que o filho é a imagem do pai”

Por: João de Deus, um brasileiro Rurópolense
A cidade de Rurópolis
Próximo de completar sete anos de seu governo, o prefeito de Rurópolis Aparecido Florentino da Silva não tem feito absolutamente nada daquilo que prometeu aos eleitores que lhe deram um voto de confiança na sua eleição e reeleição. Durante este período, ou seja, 2555 dias de governabilidade o município permanece o mesmo desde Aparecido o assumiu, em janeiro de 2005. De lá pra cá pouca coisa mudou, na verdade não mudou nada!
A gestão de Aparecido caminha paralela á gestão dos piores prefeitos do Brasil, e isso é visível, todo mundo sabe e não se pode esconder de ninguém. E Vossa Excelência sabe melhor que ninguém que um governo só é bom quando satisfaz todos os anseios de uma população carente e que deseja o melhor hoje para as famílias maltratadas e desinformadas. É o caso do município de Rurópolis.
A antiga rodoviará serve de parada para quem nela passa
Falta exatamente pouco mais de um ano de administração e até agora tudo continua nas promessas. Cadê o asfalto prometido para pavimentação das ruas. Cadê as vicinais prometida,  O que se vê é um poeirão tomando conta da cidade. E a água tão propalada em campanha, ao contrário o povo tem sofrido com a falta do precioso liquido. As crianças que estudam na rede pública municipal continuam andando em ônibus velhos e sem segurança. A merenda escolar ainda é uma incógnita. Fora o tratamento dado aos seus funcionários municipais. Quem não joga no seu time recebe represália, muitas das vezes são coagidos com pancada.  
Na verdade o que se ver são propagadas feitas em revistas, aliás, paga com dinheiro que serviria para a merenda escolar. Não é possível que toda a população Rurópolis continue sonhando com as promessas que foram feitas (publicamente, diga-se) pelo cidadão Aparecido Florentino da Silva.
Vossa excelência precisa saber que o povo não vive de promessas, mas de alimentos, de uma saúde que corresponda todas as suas expectativas, de um setor educacional que transfira a certeza que receberão sólidos conhecimentos e que através deles poderão prosseguir em sua vida rumo à universidade, sonho maior de qualquer estudante brasileiro. Aqui a educação vive dias de agonia.
Vossa Excelência na época que vivia na pobreza sabe bem que o pobre quer alimento e o desempregado precisa de trabalho!
Apenas vossa excelência e seu séqüito podem gozar das benesses que o poder lhes proporciona. Quando o senhor prometia que daria emprego pra todo mundo, não estava mentindo. De fato que existiam vagas para todos aqueles que pertencem à sua família ou à família de seus aliados políticos. Estes sim são os grandes benefícios com o projeto de geração de emprego e renda que prometeu em campanha. “A fome dói e a miséria incomoda àqueles que vivem de acreditar nas promessas de seus governantes”.
Vossa Excelência deveria ter colocado prioridade na sua gestão a seriedade com a coisa pública, com a ética política, com o respeito para com os Rurópolense. Pelo menos faça alguma coisa neste curto período que ainda lhe resta.  
Tenha muito cuidado! Toda ação tem sua reação e o povo já não suporta mais tanta bandalheira. Isso pode causar uma grande e inesperada revolta do povo.
“Pois, triste do eleitor que pensa prefeito que o filho é a imagem do pai”.










segunda-feira, 18 de julho de 2011

Preto Marabá e Flávio Silva reforço do Leão para o seletivo

A Diretoria do São Francisco  anunciou no final de semana a contratação de dois reforços para para disputa do seletivo do campeonato paraense .
Foram contratados o goleiro Flavio Silva ex- Cametá e Isabelense e o zagueiro Preto Marabá já conhecido da galera santarena foi campeão brasileiro da Série D pelo São Raimundo .
O Goleiro Flavio  chegou a Santarém no Domingo e já começou a treinar participando de um treino fisico na UEPA  agora pela manhã . O Zagueiro Preto Marabá tem chegada prevista para hoje .

 

 

Pantera estreia perdendo na Serié D 

O São Raimundo começou mal na Série D, com uma derrota em casa para o Samapio Corrêa do Maranhão. Apenas 191 pagantes presenciaram a estreia do Pantera no Mangueirão.
Aos 21 minutos do primeiro tempo o Sampaio saiu na frente, com Marcos Vinícius em cobrança de pênalti. O São Raimundo chegou ao empate aos 30, com Vélber. No segundo tempo, Edgar desempatou o jogo para o Sampaio, que segurou o resultado até o final da partida.
O São Raimundo perdeu com o futebol de :Labilá-Julio Ferrari(Samuel Lopes) Thiago Júnior-Evair e Rafael Vieira / Rodrigo-Daniel-Calebe (Andrei) Aldivan/  Sató- Vélber(Belo)  Técnico. Flavio Goiano
São Raimundo volta a jogar pela Série D no dia 31  contra o Trem em Macapá

Hino de Trairão
Prefeito marca data do concurso
O prefeito de Trairão Danilo Miranda marcou a data do mês de dezembro para a realização do concurso para a escolha do Hino do Município. Acredite ou não a cidade que foi a maioria comandada pela gestão do PSDB até hoje ainda não tem seu hino.
O município tem 18 anos de emancipação política e administrativa. Ou seja, os alunos que até agora tiveram a aportunidade de ir à escola com certeza estão com vergonha de dizer que em Trairão o hino municipal não existe.
Um absurdo que deve ser corrigido em caráter de urgência.
O hino é mais um absurdo do desgoverno praticado pelo ex-prefeito Ademar Baú que durante 12 anos administração a cidade, e que de fruto só deixou a incerteza.
E ele ainda tem a cara de PAU em falar que quer voltar. Xô Satanás!
Municípios
Em linha direta com o blogueiro Hiromar Cardoso, o Xarope, o deputado Dudimar Paxiuba voltou a defender a emancipação do Estado do Tapajós, assim como a criação com urgência de vários municípios na região Oeste do Pará.
Entre eles, o de Fordlândia, Curuai, Divinópolis, Moraes Almeida, Boim e outros.
Dudimar tem uma explicação: ele acredita que assim a região vai desenvolver em tempo rápido. Como exemplo ele citou Novo Progresso, Trairão, Rurópolis, Placas e Jacareacanga.
O deputado observa que nenhuns dos citados se arrependeram e nem sente falta dos municípios mães.
Assim também deve acontecer com o FUTURO ESTADO DO TAPAJÓS.     

terça-feira, 12 de julho de 2011


Prostituição de menores, roubos de motos e insegurança em Moraes de Almeida
Moraes de Almeida fica localizado na rodovia Santarén-Cuiabá e pertence ao município de Itaituba.
O Distrito surgiu com a corrida do ouro nos anos 80, aonde milhares de pessoas chegaram com o sonho de viver dias melhores.
Hoje a realidade é outra, cerca de 5 mil habitantes vive apenas de um pequeno comércio que ainda tentam sobreviver arrecadando um pouco que ainda vem de alguns garimpeiros que ainda teimam em viver da garimpagem.
Das cerca de 5 mil famílias que vivem na região, a maioria pertencem a outros estados, principalmente Maranhão, Bahia e Paraná. Do Pará é quase difícil se deparar. São pouquíssimos, a dificuldade de encontrar um filho da terra é quase impossível.
O ciclo do Ouro deixou um rastro enorme, filhos sem pai é o que mais se encontra fruto do resultado nas regiões dos garimpos.
O destino tem sido a prostituição e o vicio da droga. É comum verificar menores se prostituindo, e a maioria já usa droga. 
Ao anoitecer o distrito vira um verdadeiro prostíbulo. Inúmeros bares disputam a clientela. Uma pequena guarnição comandada pelo sargento Renúbio tem dificuldade para conter os ânimos. Muitas das vezes os menores não respeitam a policia.
A rua do peixotinho é o principal ponto das menores que praticam o ato sexual por dinheiro. Lá tem vários bares como: Valeão da Noite, Cabana Show, Rola Papo, Alta Horas e outros.
O maranhense João Antônio de Ramos, 56 anos afirma que o Conselho Tutelar não existe. E que as menores na maioria residem em Moraes de Almeida, algumas vem de Itaituba, Santarém e Novo Progresso. “Elas servem na maioria piões do garimpo Jardim do Ouro”, denuncia João Ramos.
Só este ano 8 casos de AIDS já foram confirmados no município.
Por telefone, um morador afirma que além da prostituição e tráfico de droga, o distrito sofre com roubo de carro e principalmente motos. “Todos os dias acontecem um ou dois roubo de moto”, conclui.
O vereador Luis Fernando Sadeck, o Peninha (PMDB), líder do governo disse que Moraes de Almeida cresceu desordenadamente, e que o poder aquisitivo da população é muito alto.
A solução segundo o vereador é a emancipação de Moraes de Almeida, até porque o distrito fica muito distante da sede do município de Itaituba.
Peninha esclareceu que o governo municipal de Itaituba vem dando toda estrutura mínima para o distrito, como saúde e educação e lembrou que em breve estará sendo construída uma grande escola, inclusive com quadra de esporte. Também disse que o governo estará em breve legalizando a légua patrimonial do distrito, um grande sonho da comunidade.  
O distrito de Moraes de Almeida não tem delegado e fica localizado a cerca de 140 quilômetros da sede do município de Itaituba, e está encravado entre Novo Progresso e Trairão, numa região ladeada por pequenos garimpos.