Alerta foi emitido após macacos serem encontrados mortos no distrito. Amostras serão enviadas ao Instituto Evandro Chagas em Belém.
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Macaco encontrado morto (imagem ilustrativa) - Foto : Reprodução / Redes Sociais |
A comunicação trata de "Epizootia de primata não humano".
A epizootia é definida como adoecimento ou morte em uma população animal na mesma região, sem causa definida.Segundo o coordenador de Zoonoses do 9ºCRS/Sespa, Felipe Dantas, foi informado ao órgão que ao menos 7 macacos foram encontrados mortos em Porto Trombetas, mas até o início da manhã desta sexta-feira (21), ainda não havia confirmação desse número.
"Só teremos certeza dessa quantidade quando a ficha de notificação for inserida no sistema", explicou.
Ainda segundo Felipe Dantas, logo que a Sespa foi comunicada da suspeita de epizootia em Porto Trombetas, a secretaria entrou contato com a Vigilância em Saúde do município de Oriximiná, para orientar sobre as medidas a serem adotadas para segurança da população, entre elas, a coleta de material para exame e a vacinação contra a febre amarela.
Quanto as amostras dos macacos que foram encontrados mortos, o diretor da Vigilância em saúde de Oriximiná, Márcio Garcia, informou ao g1 que o material será enviado para a Sespa em Santarém e depois seguirá para o Instituto Evandro Chagas em Belém, onde passará por análise detalhada.
Um dos animais é da espécie ugio (Alouatta macconnelli).
Ainda segundo Felipe Dantas, logo que a Sespa foi comunicada da suspeita de epizootia em Porto Trombetas, a secretaria entrou contato com a Vigilância em Saúde do município de Oriximiná, para orientar sobre as medidas a serem adotadas para segurança da população, entre elas, a coleta de material para exame e a vacinação contra a febre amarela.
Quanto as amostras dos macacos que foram encontrados mortos, o diretor da Vigilância em saúde de Oriximiná, Márcio Garcia, informou ao g1 que o material será enviado para a Sespa em Santarém e depois seguirá para o Instituto Evandro Chagas em Belém, onde passará por análise detalhada.
Um dos animais é da espécie ugio (Alouatta macconnelli).
Ele foi encontrado morto, no estacionamento do Hospital de Porto Trombetas, com suspeita de Febre Amarela (FA), Raiva e Doença parasitária.
O hospital fica localizado em área próxima de mata. Foram coletadas amostras de vísceras do animal e mantidas conservadas por congelamento para serem enviadas à Sespa.
A equipe de saúde do Hospital de Porto Trombetas foi orientada para realização da vacinação de bloqueio seletivo, casa a casa, em área delimitada e mais um dia “D” no distrito minerador.
A Coordenação Municipal de Vigilância Epidemiológica vai realizar monitoramento da área e implementar das ações do Plano Municipal de Contingência para Febre Amarela.
Sobre a febre amarela
A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, imunoprevenível, de evolução abrupta e gravidade variável, com elevada letalidade nas suas formas graves.
A equipe de saúde do Hospital de Porto Trombetas foi orientada para realização da vacinação de bloqueio seletivo, casa a casa, em área delimitada e mais um dia “D” no distrito minerador.
A Coordenação Municipal de Vigilância Epidemiológica vai realizar monitoramento da área e implementar das ações do Plano Municipal de Contingência para Febre Amarela.
Sobre a febre amarela
A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, imunoprevenível, de evolução abrupta e gravidade variável, com elevada letalidade nas suas formas graves.
A doença é causada por um vírus transmitido por mosquitos, e possui dois ciclos de transmissão (urbano e silvestre).
No ciclo urbano, a transmissão ocorre a partir de vetores urbanos (Aedes aegypti) infectados.
No ciclo silvestre, os transmissores são mosquitos com hábitos predominantemente silvestres, sendo os gêneros Haemagogus e Sabethes os mais importantes.
No ciclo silvestre, os primatas não humanos (PNHs) são considerados os principais hospedeiros, amplificadores do vírus, e são vítimas da doença assim como o ser humano, que, nesse ciclo, apresenta-se como hospedeiro acidental.
Os casos leves causam febre, dor de cabeça, náuseas e vômitos.
No ciclo silvestre, os primatas não humanos (PNHs) são considerados os principais hospedeiros, amplificadores do vírus, e são vítimas da doença assim como o ser humano, que, nesse ciclo, apresenta-se como hospedeiro acidental.
Os casos leves causam febre, dor de cabeça, náuseas e vômitos.
Os casos graves podem causar doenças cardíacas, hepáticas e renais fatais.
Fonte : G1 Santarém e Região — PA
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