Soluções para problemas apontados no documento deverão respeitar o modo de ocupação do rio Xingu, diz documento 09/07/2015 às 19h48O Ministério Público Federal (MPF) publicou nesta quinta-feira, 9 de
julho, a versão integral do relatório sobre a inspeção realizada em
junho por equipe interinstitucional em áreas de comunidades ribeirinhas
atingidas pela remoção compulsória resultante do projeto da hidrelétrica
de Belo Monte, na região de Altamira, no Pará. A apresentação do
relatório está disponível aqui e a íntegra está neste link.
Após infernizarem os municípios de Placas, Rurópolis, Uruará e Porto de Moz, as quadrilhas que infernizam as agenciais bancarias resolveram atacar a agencia do Bradesco do município de Trairão, região da Santarém-Cuiabá, cerca de 30 km do município de Itaituba. Assalto: A cidade de Trairão no oeste do
estado, viveu um momento de pânico, quando cerca de 4 homens fortemente
armados invadiram as agencias dos correios e do Bradesco no município.
O fato aconteceu na última sexta-feira, quando os assaltantes chegaram à cidade em
um carro Fiat Uno Vermelho roubado no distrito de Caracol. Os assaltantes teriam adentrado na
agência com arma em punho anunciando o assalto, ameaçando todos que estavam no local, na
ação os assaltantes atiraram nas pernas do gerente que perdeu muito sangue. Depois de promover o (terror) nas agencias
do banco e dos Correios, os assaltantes ainda entraram em um mercantil da cidade, depois fugiram
do local levando alguns reféns, um foi amarrado no teto do carro e um
no capu para impedir que a policia atirasse contra o veiculo.
Fatima Grupico, de 24 anos, foi presa por praticar relações sexuais com um estudante de 17 em uma instituição católica dos Estados Unidos. Segundo as autoridades de Nova Jersey, a professora ensinava história na escola de South Amboy Cardinal McCarrick. Ela teria mantido encontros sexuais com o adolescente dentro do colégio em diversas ocasiões, segundo dados da investigação. A professora foi acusada de assédio sexual e de prejudicar o bem-estar do adolescente. Segundo a polícia, a Diocese de Metuchen decidiu fechar a instituição por problemas financeiros e Fatima ficou desempregada.
Os números da violência no Pará impressionam e expõem a realidade de uma população sitiada pelo medo. Em seis meses, 1.633 pessoas foram assassinadas no estado, segundo dados da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup). Os números dão uma média de 272 mortes por mês e 9 mortes por dia. Foram cometidos
1.550 homicídios e 83 crimes de latrocínio (roubo seguido de morte). O mês mais violento foi o de janeiro, com 303 pessoas assassinadas em solo paraense, e o mais “tranquilo”, de acordo com o Governo do Estado, foi junho, com 255 mortos.