segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Um projeto engolido pelo descaso, e entregue ao abandono no meio da Selva Amazônica, uma xaropada do PT



Por Wilson Soares Especial para o Blog do Xarope
Símbolo da colonização, a Uzina Pacal vira um amontoado de ferro velho e coberto por um matagal
Um projeto que já foi símbolo da colonização da Transamazônica na década de 70 está, há mais de 10 anos, completamente abandono e entregue ao relento no meio da Selva Amazônica. Paralelo a abertura da BR 230, o Governo Militar, implantava a única usina de álcool e açúcar da região norte-nordeste, chamado de Projeto Agroindustrial Canavieiro Abraham Lincoln, mais conhecido como Usina Pacal. 
A cidade de Mendicilândia já teve bons momentos com o projeto
A usina foi construída em Medicilândia, sudoeste do Pará, depois que o Incra descobriu que a média de produtividade canavieira de Medicilândia era três vezes maior que a de Pernambuco, o maior produtor de cana da América do Sul.
Os dois projetos tinham como objetivo incentivar a vinda de pessoas de todas as regiões do país. Na época o governo doava casa, terra, dinheiro e emprego.  Em contra partida obrigava os colonos a desmatar 50% (cinquenta por cento) da área, para de fato ter direito aquele pedaço de chão. E quem morava próximo a usina era obrigado a plantar cana-de-açúcar, para garantir o funcionamento do projeto.

Remo perde, e Leão doTapajós é o único invito do parazão, agora no G4

"Jefferson fez o gol no primeiro tempo e garantiu vitória do Leão em Santarém. Mapará segue em terceiro apesar de derrota fora de casa".

São Francisco x Cametá (Foto: Weldon Luciano/GloboEsporte.com)
São Francisco conseguiu primeira vitória no Parazão (Foto: Weldon Luciano/GloboEsporte.com
O São Francisco venceu o Cametá na tarde deste domingo (26) pelo placar de 1 a 0, no Estádio Colosso do Tapajós, pela quinta rodada do Campeonato Paraense 2014. Com a vitória, o Leão de Santarém chegou aos sete pontos e alcançou o quarto lugar na classificação. Já o Mapará segue em terceiro também com sete pontos, mesmo com a derrota.
São Francisco x Cametá (Foto: Weldon Luciano/GloboEsporte.com)
Atacante Jefferson fez único gol da partida (Foto: Weldon Luciano/GloboEsporte.com)
O atacante Jefferson fez o gol aos 24 minutos do primeiro tempo, em belo chute de fora da área. O Cametá pressionou buscando o empate, mas o Leão fez valer seu mando de campo e garantiu a primeira vitória na competição.
O São Francisco volta a campo contra o Paragominas, na próxima quarta-feira (29), no Estádio Arena Verde. O Cametá recebe o Santa Cruz, no Parque do Bacurau, também na quarta. As duas partidas serão às 20h30 (horário local).

Empresário é morto a tiros, sua morte é cercado de mistério

Homem foi baleado diante da esposa e de amigos. Seguranças revidaram, mas o assassino conseguiu fugir.
O empresário Willamo Matos Ataíde, de 31 anos, que tinha negócios nos ramos de entretenimento e transporte, foi assassinado com tiros de pistola ponto 40 por volta das 21 horas de anteontem, na área do antigo Iate Clube, no bairro da Condor.
A vítima havia descido de uma embarcação particular e se dirigia para o restaurante do local quando o assassino abriu fogo. Os seguranças de Willamo reagiram. Depois de atirar, o matador fugiu em um táxi modelo Siena. Já o empresário morreu no local, diante da esposa e de amigos que o acompanhavam no passeio.
Assassinato de empresário é cercado de mistério (Foto: JR Avelar/Reprodução)O porteiro do Marina’s Clube, que não revelou o nome, disse que ouviu os tiros e se escondeu, pois teve medo de ser vítima de uma bala perdida. "Foi muito tiro, só deu tempo de me esconder, o criminoso passou por aqui disparado", afirmou. Com relação ao procedimento de segurança no local, o porteiro explicou que qualquer pessoa tem acesso à parte interna, uma vez que o restaurante é aberto ao público.

Papão põe Leão no bolso e agora lidera parazão

Bastou a bola rolar para a equipe do Paysandu mostrar pegada e faro de gol. Remo não teve força de reação.

Bicolores extravasam e azulinos saem insatisfeitos (Foto: Mário Quadros/Diário do Pará)O Paysandu, em campo, concordou com as declarações dos jogadores do Remo durante a semana, de que no clássico não havia favorito. Partiu para cima do adversário, que estava na liderança do Campeonato Paraense, fez dois gols no primeiro tempo, administrou o período final e pegou de volta a liderança do torneio estadual.
Até ontem, antes do jogo no Mangueirão, o time azulino poderia até parecer favorito, pois estava invicto, após quatro rodadas, e vinha embalado pela liderança na competição, além de chegar ao primeiro clássico da temporada sem desfalques.
No entanto, a postura do Paysandu, mesmo sem sua estrela Pikachu, foi de quem não vê o Parazão como prioridade no ano, mas também não o despreza. Sem pressão, sim, mas totalmente ligado no jogo. A tranquilidade somada à pegada e boa estratégia deu resultado logo. O Papão só precisou de 16 minutos de jogo para mostrar que a equipe pode fazer bons jogos e evoluir. A vitória do Papão, por 2 a 1, foi uma promessa à torcida, que andava desconfiada, e uma lição ao Remo, que apostava muito em suas contratações supostamente superiores às do rival.

Governo federal despreza garimpeiros e populações ribeirinhas, Jatene fica calado

Se tal ameaça, de fato, acontecer, adeus Rio Tapajós e seus afluentes, adeus à nascente indústria do turismo no Oeste do Pará, adeus à salubridade das águas e à excelência do pescado daquela região, um dos principais pólos pesqueiros da Amazônia. Adeus a milhares de empregos e investimentos crescentes no turismo. Adeus à saúde pública e às belezas das quilométricas praias que atraem visitantes de todo o Brasil e do exterior. 
Este homem e milhares de outros garimpeiros merecem respeito
e atenção. Trabalho humilhante e insalubre para ele e para as
populações vizinhas
Justamente num momento em que se pretende disciplinar a atividade da mineração artesanal e industrial do médio e alto Rio Tapajós, a fim de impedir a contaminação deste e de mais quatro rios importantes além de centenas de igarapés da região, o governo federal ameaça transferir de Rondônia para o Pará milhares de trabalhadores garimpeiros que hoje se acham próximos às obras da hidrelétrica de Jirau. O destino exato seria o município de Jacareacanga, já largamente afetado pela poluição física e química dos garimpos.