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De acordo com a decisão, a empresa Golden Vida Serviços Médicos foi contratada diretamente pelo Instituto Panamericano de Gestão (IPG), ficando, portanto, com a responsabilidade exclusiva pela quitação da dívida.
O IPG é a organização social licitada para a gestão do hospital até setembro do ano passado e o valor da dívida contraída já está quase no valor de R$ 4,5 milhões.
"Destaco que não há qualquer cláusula expressa, em qualquer dos documentos que responsabilize o Estado do Pará por eventual inadimplência da empresa gestora, razão pela qual deve ser acolhida a preliminar de ilegitimidade passiva levantada pelo Estado do Pará, para que seja este excluído da lide", reforçou o juiz na sentença.
A Procuradoria-Geral apresentou manifestação pedindo urgência no pagamento de todos os trabalhadores que atuaram no hospital durante a pandemia.
"Temos relatórios técnicos e documentos homologados na justiça que comprovam que o Estado do Pará fez todos os repasses à organização social, e que a contratação celebrada entre ele e a Golden Vida não inclui o Governo como responsável por eventuais dívidas ou pagamentos neste sentido”, explicou o procurador do Estado, Gisleno da Cruz.
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