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A presidente da entidade disse que no dia 22 de outubro passou pelo local, percebeu a situação e questionou a pessoa que operava a máquina. Ele é morador do bairro. “Eu perguntei pra ele se ele tinha a autorização para fazer a escavação. Ele disse que não tinha porque foi a comunidade que tinha pedido, mas ele não quis comprometer ninguém. Ele trabalhou lá no sábado e domingo”, disse Neuba Farias.
Nesta manhã membros dos conselhos comunitários de bairros que integram a grande área do Maicá estiveram no lago.
O Conselho acredita que essa obra deveria primeiramente passar por um estudo de impacto ambiental antes de iniciar. A denúncia do caso ainda não foi formalizada oficialmente à Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) e ao Ministério Público, mas o procedimento deve ser feito ainda essa semana.
Mobilização dos pescadores
Para o morador do bairro, Manoel da Conceição, o desvio tem o objetivo de favorecer o desembarque de peixe e cargas no porto da comunidade.
A iniciativa de fazer o desvio partiu dos próprios pescadores, pois a categoria sofre durante a estiagem carregando isopores, redes de pescas e demais produtos nas costas.
Para verificar se podem dar continuidade e suprir uma necessidade da categoria, os pescadores devem se mobilizar e ir até a Semma.
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