foto: divulgação / ilustrativa.O julgamento do policial militar Paulo de Tarso Morais Barros aconteceu na quarta-feira, 2, e ele foi condenado a 22 anos de prisão e, o também policial Iris Luiz da Costa Souza foi absolvido no caso do homicídio de Anderson Gomes Rezende. A vítima foi morta a tiros. E, os acusados respondiam em liberdade.O crime aconteceu na Ilha de Mosqueiro, distrito de Belém, em 21 de fevereiro do ano de 2016 no bairro do Murubira. Segundo investigação, os policiais são acusados de abordar e revistar a vítima tentando que ele confessasse um suposto roubo em um mercado. Mas, nada foi encontrado.No julgamento, o policial Barros negou a autoria dos dois tiros que mataram Anderson. Mas, o outro militar, que não compareceu ao júri, informou à Justiça que foi pressionado a acusar outro policial e ambos negaram que teriam realizado a abordagem, que terminou com a execução da vítima.Para a promotoria, os policiais agiram com abuso de autoridade, uma vez que já haviam abordado e revistado a vítima, que em seguida deveria ter sido liberada. A defesa dos militares declarou interposição de recurso de apelação contra a condenação.Segundo o Tribunal de Justiça do Pará, com a sentença condenatória superior a quinze anos, o agente Barros teve a prisão decretada, conforme prevê o pacote anticrime do governo federal.
com informações romanews

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