quarta-feira, 3 de junho de 2020

Homem bêbado decapita cabeça de galinha e coloca na boca; o caso repercutiu e ele vai responde a justiça

Uma ação que envolveu diversos órgãos conseguiu identificar nesta quarta-feira (3) o homem que decapitou e colocou a cabeça de uma galinha na boca, em Santarém, no oeste do Pará. A ação foi filmada e o vídeo foi parar nas redes sociais, onde ganhou repercussão nacional por meio de ativistas defensores dos direitos dos animais.
Identificado com Diego Luiz da Silva Nascimento, o homem estava na própria casa no bairro Esperança quando a comissão o localizou. Ele não resistiu à abordagem.
O homem foi levado a 16ª Seccional de Polícia Civil, onde prestou depoimento sobre o fato e disse que estava embriagado no momento que cometeu o crime ambiental e está arrependido.
Diego deve responder por crime ambiental. Por não ter havido prisão em flagrante, ele assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e vai ficar em liberdade. Uma multa de R$ 3 mil foi aplicada por órgão ambiental.
De acordo com a vice-presidente da comissão dos direitos dos animais da OAB-Santarém, Juliana Martins, a denúncia foi feita por redes sociais e uma mobilização foi realizada para localizar o autor.
Participaram da ação o Ibama, Polícia Federal, Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Polícia Militar, além da Comissão dos Direitos dos Animais da OAB-Santarém.
'Não foi por crueldade'
A polícia continua as investigações para identificar outras pessoas que estavam com Diego Luiz. À equipe da TV Tapajós, o homem disse que a ação aconteceu na casa de um amigo que também fica no bairro Esperança.
Diego disse ainda que a ação não foi praticada por crueldade. "A gente estava na bebedeira e deu uma vontade de matar uma galinha e a gente resolveu matar. Eu fui infeliz de ter feito o que fiz, mas não foi por crueldade, porque eu tenho cachorro e outros animais, eu nunca faria uma coisa dessa por perversidade", disse o autor do crime ambiental.
O vídeo
Nas imagens divulgadas por Diego nas redes sociais é possível ver ele estrangulando e depois decapitando a galinha. Em seguida, ele pega a cabeça da ave e coloca na boca. (As imagens são fortes)
O vídeo foi repostado por defensores dos direitos dos animais, como o delegado Bruno Lima e Luisa Mell, que repudiaram a ação e disseram que cobrariam medidas para o caso.

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Vereador de Altamira, Agnaldo Rosas, morre por complicações da Covid-19

O vereador Agnaldo Rosas de Oliveira (PSB), 51 anos, morreu nesta segunda-feira, 01 junho, em decorrência da covid-19. Agnaldo estava internado no Hospital Regional Público da Transamazônica desde o dia 15 de maio em um leito de UTI. Ele estava sendo medicado, chegou a ser entubado, mas não resistiu às complicações causadas pelo novo coronavírus. No dia 30 de abril, o parlamentar já havia perdido uma irmã em Belém, também vítima da Covid-19.

Natural de Altamira, Agnaldo Rosas era formado em Direito desde 2003, pela Universidade Federal do Pará. Em 2016 conseguiu chegar à Câmara de Vereadores de Altamira sem gastar nenhum centavo. Por dois anos foi presidente do Partido Socialista Brasileiro (PSB). Em 2018 chegou a se candidatar ao cargo de deputado estadual.
Como parlamentar, Agnaldo Rosas sempre manteve uma postura contrária à atual gestão do município, por acreditar que o governo municipal poderia ser mais humanizado e transparente nas suas ações.
Desde o início do mandato, em janeiro de 2017 lutou pela realização do concurso público municipal. Foi autor do projeto de Lei 102/2019 que obrigou a Prefeitura de Altamira a afixar placas informativas em todas as obras realizadas pelo município, com valor, o nome da empresa que venceu a licitação e o prazo de conclusão.
Já no período da pandemia do novo coronavírus, juntamente com outros colegas parlamentares, vistoriou várias Unidades Básicas de Saúde de Altamira e ajudou a produzir um relatório sobre a atual situação da saúde do município. Agnaldo também sempre se fez presente nas mais diferentes reuniões de interesse público promovidas por instituições e movimentos sociais. Em sua carreira pública procurou defender os interesses coletivos, principalmente nas áreas da Educação, Saúde e Cultura.
O lado humano de Agnaldo Rosas
De uma humildade peculiar e com uma simplicidade tamanha, Agnaldo Rosas, às vezes, passava despercebido em algumas reuniões como vereador e até mesmo por sua profissão. Como advogado nunca exigiu que ninguém o chamasse de doutor. Na maioria das causas, advogou de graça, principalmente para os mais necessitados.
Era através das redes sociais, principalmente nos grupos de WhatsApp, que ele expressava suas ideias e sempre deixou bem claro a esperança de dias melhores para a cidade de Altamira, mas quis o destino que ele partisse antes de ver seus sonhos realizados, porque quem teve a chance de conhecê-lo sabe de suas qualidades e de seu caráter admirável. 
Vereador de Altamira, Agnaldo Rosas, morre por complicações da Covid-19
O vereador Agnaldo Rosas de Oliveira (PSB), 51 anos, morreu nesta segunda-feira, 01 junho, em decorrência da covid-19. Agnaldo estava internado no Hospital Regional Público da Transamazônica desde o dia 15 de maio em um leito de UTI. Ele estava sendo medicado, chegou a ser entubado, mas não resistiu às complicações causadas pelo novo coronavírus. No dia 30 de abril, o parlamentar já havia perdido uma irmã em Belém, também vítima da Covid-19.
Natural de Altamira, Agnaldo Rosas era formado em Direito desde 2003, pela Universidade Federal do Pará. Em 2016 conseguiu chegar à Câmara de Vereadores de Altamira sem gastar nenhum centavo. Por dois anos foi presidente do Partido Socialista Brasileiro (PSB). Em 2018 chegou a se candidatar ao cargo de deputado estadual.
Como parlamentar, Agnaldo Rosas sempre manteve uma postura contrária à atual gestão do município, por acreditar que o governo municipal poderia ser mais humanizado e transparente nas suas ações.
Desde o início do mandato, em janeiro de 2017 lutou pela realização do concurso público municipal. Foi autor do projeto de Lei 102/2019 que obrigou a Prefeitura de Altamira a afixar placas informativas em todas as obras realizadas pelo município, com valor, o nome da empresa que venceu a licitação e o prazo de conclusão.
Já no período da pandemia do novo coronavírus, juntamente com outros colegas parlamentares, vistoriou várias Unidades Básicas de Saúde de Altamira e ajudou a produzir um relatório sobre a atual situação da saúde do município. Agnaldo também sempre se fez presente nas mais diferentes reuniões de interesse público promovidas por instituições e movimentos sociais. Em sua carreira pública procurou defender os interesses coletivos, principalmente nas áreas da Educação, Saúde e Cultura.
O lado humano de Agnaldo Rosas
De uma humildade peculiar e com uma simplicidade tamanha, Agnaldo Rosas, às vezes, passava despercebido em algumas reuniões como vereador e até mesmo por sua profissão. Como advogado nunca exigiu que ninguém o chamasse de doutor. Na maioria das causas, advogou de graça, principalmente para os mais necessitados.
Era através das redes sociais, principalmente nos grupos de WhatsApp, que ele expressava suas ideias e sempre deixou bem claro a esperança de dias melhores para a cidade de Altamira, mas quis o destino que ele partisse antes de ver seus sonhos realizados, porque quem teve a chance de conhecê-lo sabe de suas qualidades e de seu caráter admirável.
O vereador Agnaldo deixa viúva Cibele Oliveira Pedrosa, qual eram casados desde 2013.
Os nossos sinceros pêsames.

sexta-feira, 29 de maio de 2020

I HOSPITAL REGIONAL DE ITAITUBA SERÁ ENTREGUE A POPULAÇÃO

DEPUTADO ERALDO PIMENTA, JUNIOR FERRARI E HELDER BARBALHO
Mais reforços ao combate ao Covid -19 na BR 230 e BR 163, o deputado Eraldo Pimenta, recebe sinal positivo do Governador Hélder para a abertura do Hospital Regional de Itaituba.
O Hospital Regional do Tapajós com 164 leitos, terá capacidade para atender cerca de 250 mil pessoas de Itaituba e outros municípios da região como: Novo Progresso, Trairão, Jacareacanga, Aveiro e Rurópolis. 
O deputado Eraldo Pimenta informou ainda que o hospital foi projetado para ofertar atendimento de alta complexidade. “É o reforço da saúde para nossa região. Teremos também o hospital de Castelo de Sonhos com 20 leitos. Ambos serão entregues para a população para atendimentos de Covid 19 e outras especialidades médicas. Compromisso feito. Palavra cumprida! Nossa gratidão ao nosso governador Helder Barbalho. Seguimos garantindo saúde e proteção para a população de todo o Estado do Pará”, informou o deputado Estadual Eraldo Pimenta.



Por: Cirineu Santos/ Fotos: Reprodução.

CASO IBAMA: Prefeito de Uruara faz audiência por videoconferência com vice-presidente da República General Hamilton Mourao

O prefeito do município de Uruará, Gilsinho Brandão, tentando dar um basta nas ações truculentas do Ibama no município de Uruará, bem como em toda região, terá uma audiência, através de videoconferência, às 10 horas da manhã desta sexta-feira (29), com o Vice-Presidente da República, General Hamilton Mourão, onde vários assuntos serão tratados. 
Gilsinho Brandão falou sobre essa situação que tem atrapalhado o desenvolvimento do Município, e tem realmente causado traumas não só em Uruará, como em todos os municípios da região da Transamazônica.
“Há alguns anos estamos travando uma luta contra essas ações do Ibama. Entramos em contato com todas as autoridades do País, conversei a poucos dias com o deputado Eraldo Pimenta, fizemos diversos contatos, mandei ofício pra todos os ministérios, para o Presidente da República, pro vice-Presidente, para todos nossos parlamentares. Entramos com ação judicial para vê se na Justiça a gente ganha a causa em favor dos agricultores, e conseguimos essa audiência com o vice-Presidente da República, General Mourão, que é quem lidera todas as discursões e assuntos em respeito da região Amazônica. Inclusive é ele que está à frente dessa operação que está sendo realizada pelo Ibama, Forças Armadas e Força Nacional, no município de Uruará e outros municípios da região”, declarou Gilsinho Brandão.

O prefeito de Uruará foi mais além: “O Presidente da República e os ministros já foram comunicados dessa ação do Ibama aqui na nossa região. Graças a Deus conseguimos essa audiência em videoconferência com o General Mourão, quando relataremos tudo que está acontecendo, as injustiças que estão sendo cometidas aqui no Município. Vamos solicitar a suspensão dessa operação truculenta e, caso não atenda nosso pedido, que pelo menos ele tenha uma mudança na conduta da operação do Ibama. Não tem porque a gente ter casas sendo queimadas, em meio a essa pandemia de saúde que se alastra pelo mundo; não tem porque agir de forma repressiva com nossos agricultores, que são pessoas ordeiras, que precisam da terra para trabalhar, produzir e sobreviver, bem como contribuem com a sociedade e Município, sem falar que trazem desenvolvimento pra nossa região. Nós vamos abordar a questão do limite da terra indígena da Cachoeira Seca; vamos abordar, também, o assunto mais importante, que é a questão da regularização fundiária, que é o cerne de todo problema da região Amazônica”

FIQUE POR DENTRO: Vinte e três dias depois do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) deflagrar uma operação de combate ao desmatamento ilegal na área de influência da rodovia Transamazônica (BR-230), onde um agente foi atingido com uma garrafa na cabeça, novas denúncias de abusos cometidos por funcionários do órgão vieram à tona, nesta semana, em Uruará, oeste do Pará.

De acordo com os moradores, casas estão sendo incendiadas por agentes do Ibama, além de ações repressivas contra os agricultores de Uruará.

AÇÃO NA JUSTIÇA

No dia 7 deste mês, a Prefeitura de Uruará, entrou com uma ação na Justiça contra a operação do Ibama de combate ao desmatamento ilegal na Terra Indígena Cachoeira Seca, no oeste do Pará.
REVOLTA
No dia 5 deste mês de maio, durante uma manifestação, um funcionário do Ibama foi agredido com uma garrafa na cabeça após os agentes destruírem um trator e um caminhão, usados na retirada e transportes de toras de madeira. A manifestação aconteceu próximo a área urbana de Uruará, após os agentes apreenderam um caminhão carregado com toras de madeira. Os moradores também acusam os agentes de atear fogo em alguns caminhões, tratores e outros bens.

Fonte: Portal Santarém

quinta-feira, 28 de maio de 2020

Enfermeira de Santarém sofre parada cardíaca e morre na UPA 24 horas

A enfermagem em Santarém está de luto. A enfermeira Patrícia Coelho Rodrigues sofreu uma parada cardíaca fulminante enquanto trabalhava na Unidade Básica de saúde (UBS) do bairro Uruará.
Ele recebeu os primeiros socorros ainda na unidade pelo médico da equipe e, na sequencia, e foi levada de imediato até à UPA. Ficou em manobra de PCR mas, sem sucesso. Patrícia não resistiu e evoluiu a óbito por volta de 15 horas desta qunita feira.
Os médicos infectos descartaram Covid-19.

BLOGUEIRO REGISTRA BO CONTRA EMPRESÁRIO, APÓS AMEAÇAS

O Blogueiro Edney Fereira fez o registro nesta quarta-feira, 27.
O empresário Luizete Bezerra da Silva, o Zete da Paulista, voltou as manchete polícias, após o caso que se envolveu com a promotora de justiça Lilian Regina Furtado Braga.
O alvo dessa vez foi o blogueiro Edney Fereira, que acusou o empresário BOLSONARISTA de ter feitos áudios de ameaças.
" Vou te da 20 minutos para tu apagar essa postagem. Seu Vagabundo você sabe que não sou um cara de muita conversa,tá. Se eu te encontrar vamos ter uma conversa de pé de ouvido", ameaçou Zé da Paulista.

'Eu e minha filha de 17 anos fomos internadas com covid-19. Sou hipertensa e sobrevivi. Ela era saudável, mas morreu'

'Eu e minha filha de 17 anos fomos internadas com covid-19. Sou hipertensa e sobrevivi. Ela era saudável, mas morreu' Germaine e Kamilly foram internadas juntas com covid-19; enquanto mãe, que é hipertensa, se recuperou, a filha apresentou quadro grave da doença e morreu.
Germaine dos Santos, de 43 anos, foi internada junto com a filha, Kamilly Ribeiro, em março; jovem passou cerca de 20 dias internada e não resistiu. Os dias em uma área de isolamento em um hospital público de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, foram os últimos momentos da dona de casa Germaine Herculano dos Santos, de 43 anos, ao lado da filha Kamilly Ribeiro, de 17 anos. Mãe e filha foram internadas em um posto de saúde em Xerém, distrito de Duque de Caxias, em 23 de março, após apresentarem quadro suspeito de covid-19. Na unidade de saúde, permaneceram isoladas juntas. Dois dias depois foram encaminhadas para o Hospital Moacyr do Carmo, na mesma cidade.... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/bbc/2020/05/28/eu-e-minha-filha-de-17-anos-fomos-internadas-com-covid-19-sou-hipertensa-e-sobrevivi-ela-era-saudavel-mas-morreu.htm?utm_source=chrome&utm_medium=webalert&utm_campaign=noticias&cmpid=copiaecola

Família fica desamparada após IBAMA expulsar agricultor e queimar sua casa em Uruará, no PARÁ

Pequenos agricultores continuam sendo expulsos de suas terras e tendo casas queimadas na zona rural de Uruará durante operação do IBAMA. Um dos episódios de barbaridade ocorreu na terça-feira, 26 de maio de 2020, numa pequena propriedade do travessão km 175 sul, a 60 quilômetros da rodovia Transamazônica (BR-230), zona rural do município de Uruará (sudoeste do Pará) o agricultor, sua esposa e três filhos menores de 10 anos foram expulsos de suas terras e tiveram apenas 10 minutos para desocupar a casa antes de os servidores do IBAMA atearem fogo na residência. Não conseguiram retirar muita coisa do interior da casa e foram obrigados a assistir de longe o fogo consumir tudo que lutaram para conseguir durante uma vida inteira.
Queimar casa de pequenos agricultores tem sido um esporte ou hobby dos servidores do órgão ambiental federal, que todos os dias expulsam agricultores sob forte ameaça de armas de fogo de grosso calibre.

A agricultora Rose, muito abalada, nos conta que na casa moravam 7 pessoas, segundo ela, na primeira visita homens armados apontaram seus trabucos (armas grandes) para a cabeça dos homens na frente das crianças, e na segunda vez que fizeram a visita foi para pôr fogo na casa. “A primeira vez que eles chegaram fizeram abordagem, botaram arma na cabeça dos homens na frente das crianças. E agora quando eles voltaram ontem (terça-feira, 26 de maio de 2020) para queimar deram 10 minutos para tirar as coisas, aí queimaram a casa. Agora não temos mais para onde ir. Queimaram as casas de amigos e ameaçaram queimar mais casas”, contou a agricultora em áudio enviado a nossa equipe, mas muito abalada pela situação não conseguiu mais falar, entretanto nos relatou por escrito que a área não é de invasão, a família morava há 7 anos na propriedade, a qual a mesma havia comprado com dinheiro de uma herança recebida, investiu fazendo cultivo de lavouras e agora tudo se acabou, ficando a família apenas com a roupa do corpo e objetos de cozinha.

A agricultora disse ainda que o IBAMA proibiu a família de retornar para a propriedade e ordenou que retirassem a cerca e todas as criações que nela há.
No mesmo travessão o IBAMA já queimou outra casa, e já havia queimado outras casas em vicinais próximas, como no km 165 sul.
As propriedades ficam dentro da chamada Linha Vermelha, que por hora pertence a já demarcada e homologada Terra Indígena Cachoeira Seca, mas ainda não foi decretado o processo de desintrusão (retirada dos não índios). No local só há agricultores, não existe presença de índios e a demarcação tem sido questionada desde quando o picadão foi realizado no final dos anos 90. A homologação foi feita às pressas em 2016 pela então presidente Dilma Roussef numa tentativa de se salvar do impeachment e agradar as nações da Europa e Estados Unidos, no entanto desagradando amargamente os moradores desta região.
Na operação que seria em tese para combater o desmatamento na região, está na realidade sendo de opressão, de abuso de poder, de destruição de patrimônio privado e violenta. Tudo isso com o apoio das forças armadas, recomendado pelo MPF e determinado pela justiça. Não aparece nenhum órgão para ouvir, compreender e amparar estas humildes famílias de agricultores. São tratadas como escória sem a menor significância.
Onde está o pessoal do Direitos Humanos? Onde está a OAB? E a Justiça, está vendada mesmo? O que fazem nesse momento os legisladores federais? E a presidência da república vai assistir a tudo isso de braços cruzados? Já não bastam as populações das outras regiões do país e do restante do mundo apoiarem e aplaudirem? Aqui na Amazônia esse povo que a habita, em sua grande maioria, são homens e mulheres não índios, são seres humanos trabalhadores que só querem cultivar a terra e garantir o seu pão de cada dia. Merecem respeito e devem ser tratados com educação.
Quem irá pagar os prejuízos destas famílias? É justo que eles percam tudo e fiquem sem nada, não havendo ressarcimento? Ficarão sem moradia?
Lembrando que há uma pandemia em que as famílias são quase que obrigadas a ficarem em casa? De quem será a responsabilidade caso estas pessoas adoeçam e evoluam a óbito?
O que a gente vê, como a história sempre mostrou, é que o pobre é quem sempre se lasca. A corda sempre arrebenta do lado mais fraco.
Covardes!

"Não a considero mais minha filha. Se foi ela, é um monstro", diz avó de menino assassinado pela mãe

De uma só vez, Isaíldes Batista ficou sabendo que perdeu o neto e que sua filha fora presa pelo crime
Isaíldes Batista, 58 anos, ainda não conseguiu assimilar tudo que ocorreu com sua família em Planalto, no norte do Estado. Em 15 de maio, ela percebeu o desaparecimento do neto Rafael Mateus Winques, 11 anos, e insistiu para a sua filha, Alexandra Dougokenski, a mãe do menino, avisar as autoridades. Foram 10 dias de aflição até que, nesta segunda-feira (25), Isaíldes ficou sabendo que o neto estava morto e que a filha tinha sido presa após confessar o crime.
— Não cai a ficha pra nós. Não acreditamos em tudo que tá acontecendo — disse a avó de Rafael, que jamais pensou que sua própria filha tivesse assassinado seu neto.
— A gente quer Justiça para quem fez essa maldade, e que vai pagar. Não considero mais ela (Alexandra) minha filha. A gente não aceita. Se foi ela, ela é um monstro — desabafou Isaíldes
Ao mesmo tempo em que tenta compreender tudo, a avó recorda, com carinho, sobre o neto:
— O Rafa era querido por todos, um amor. Um sonho de criança. É como um pedaço da gente (que) está indo. É tudo muito triste, muito cruel. 
Foi ela que percebeu que Rafael havia sumido de casa. No dia 15 de maio, uma sexta-feira, foi levar algumas contas na casa da filha, que fica do outro lado da rua de sua residência. Ao chegar, por volta das 8h, notou que Rafael não saiu do quarto para lhe dar um abraço, como tradicionalmente fazia. Pensou, em um primeiro momento, que ele havia se escondido.'
— O Rafa sempre sai lá de dentro, me incomoda e brinca, coisa assim. Eu perguntei pra ela: "O Rafa não tá lá?" E ela respondeu "não?" — lembrou.
Em seguida, a avó conta que insistiu:
— Tô falando, ele não está. Vi que a caminha dele tava bagunçada, a porta só encostada.
A mãe de Rafael, então, respondeu, segundo a avó: "Pensei que ele tinha ido na sua casa".
— Eu respondi: meu Deus, quando que o rapaz teria vindo tão cedinho assim? — questionou.
A avó do menino relatou que ficou apavorada com a situação e pediu que a filha procurasse as autoridades. Alexandra, então, teria ligado para o namorado, que apareceu em seguida. A avó diz que sua filha parecia estar tranquila. Foi só após muita insistência que concordou que a primeira autoridade fosse avisada: o Conselho Tutelar.
De acordo com Isaíldes, Alexandra parecia ser uma boa mãe e mantinha Rafael e o irmão, de 16 anos, com disciplina.
— Qualquer vizinho vai te falar isso, ela era uma boa mãe. Eu quando me estranho com meus filhos chuto o pau na barraca, com ela (Alexandra) os filhos eram todos disciplinados — comentou.
Ainda segundo a avó, Rafael mantinha um bom relacionamento com o irmão e com o padrasto e não havia motivo algum para que alguém o fizesse mal. Ela diz não desconfiar de outras pessoas.

quarta-feira, 27 de maio de 2020

Matador se passa por evangélico e faz oração antes de matar mãe e filho em Parauapebas

Os piauienses Francisca Justina de Carvalho, de 50 anos, e José Nildo de Carvalho, de 29 anos, mãe e filho respectivamente, foram mortos a tiros tarde desta segunda-feira (25), no município de Parauapebas no estado do Pará. Eles são naturais de Esperantina, Piauí. O autor das mortes ainda não foi capturado pela Polícia Civil.
O duplo homicídio continua ‘dando o que falar’ nos estados do Piauí e do Pará. A imprensa de Esperantina não acredita na hipótese de latrocínio e cobra respostas da Polícia Civil de Parauapebas, no sentido de elucidar a morte e prender o assassino e mandante, se houver