quinta-feira, 21 de maio de 2026

Bruno Mafra: Justiça do Pará mantém condenação por estupro de vulnerável contra as filhas

A decisão foi tomada nesta quinta-feira (21) e confirma o entendimento da Justiça de que não há irregularidades capazes de anular a sentença, que ultrapassa 30 anos de prisão .
A relatora do caso, desembargadora Rosi Maria Gomes de Farias, afirmou, porém, que a defesa tentava rediscutir pontos já analisados anteriormente pela Corte.
O cantor paraense Bruno Mafra sofreu mais uma derrota na Justiça. A 1ª Turma de Direito Penal do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) decidiu, por unanimidade, manter a condenação do artista por estupro de vulnerável contra as próprias filhas e rejeitou um novo recurso apresentado pela defesa.
A decisão foi tomada nesta quinta-feira (21) e confirma o entendimento da Justiça de que não há irregularidades capazes de anular a sentença, que ultrapassa 30 anos de prisão.
No recurso, os advogados do cantor alegaram supostas contradições no processo, questionaram depoimentos das vítimas e contestaram provas psicológicas usadas na condenação. 
A relatora do caso, desembargadora Rosi Maria Gomes de Farias, afirmou, porém, que a defesa tentava rediscutir pontos já analisados anteriormente pela Corte.
Segundo a magistrada, os relatos das vítimas permaneceram consistentes ao longo do processo e seguiram os procedimentos previstos na legislação de proteção a crianças e adolescentes vítimas de violência.
O TJPA também entendeu que a defesa teve oportunidade de contestar os laudos psicológicos durante o andamento da ação e que não houve prejuízo ao direito de defesa.
Na decisão, a desembargadora destacou que a condenação foi baseada em depoimentos considerados coerentes, além de outros elementos que corroborariam as acusações.
Bruno Mafra foi condenado por abusos que, segundo o processo, ocorreram entre 2007 e 2011, em Belém, quando as vítimas tinham menos de 14 anos. 
Apesar da manutenção da condenação em segunda instância, o cantor continua em liberdade enquanto ainda houver possibilidade de recurso aos tribunais superiores.
Fonte : Roma News
Blog do Xarope via Roma News .

 

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