quarta-feira, 25 de maio de 2022

Mulher em surto psicótico furta imagem do 'Senhor morto' da Catedral de Santarém, e joga no rio Tapajós












Ela estava com uma faca e ameaçava pessoas e os policiais que tentaram recuperar a imagem. Situação ocorreu na manhã desta quarta-feira (25).
Uma mulher em surto psicótico, furtou a imagem do "Senhor morto" da Catedral Metropolitana de Santarém, oeste do Pará, na manhã desta quarta-feira (25). Ela estava com uma faca, e ameaçava os policiais que tentavam se aproximar. A polícia precisou contê-la com spray de pimenta e um tiro de bala de borracha na mão.
De acordo com informações preliminares, uma missa havia sido realizada há pouco tempo e por isso as portas da igreja estavam abertas. Foi quando a mulher entrou e pegou a imagem que estava embaixo do altar mor da Catedral.
Um funcionário da igreja tentou retirar a imagem das mãos da mulher, porém, como ela estava com uma faca, ele não conseguiu. Ela arrastou a imagem até a orla da cidade, danificando algumas partes, e ao ser abordada pelos policiais passou a ameaça-los, e jogou a imagem no rio Tapajós.
Em seguida, os policiais precisaram jogar spray de pimenta na mulher, que ainda resistiu. Foi quando um dos policiais atirou na mão dela com bala de borracha, e conseguiu desarmá-la.
A imagem ficou boiando no rio, por ser de cedro. Uma lancha que passava por lá retirou das águas a imagem, que foi levada para restauração.
A mulher foi encaminhada ao Pronto Socorro Municipal para receber atendimento médico. De acordo com a assessoria do PSM, ela chegou em crise e precisou ser sedada. Os médicos aguardam passar o efeito dos medicamentos pra que seja feita a escuta da equipe de psicologia do hospital, e posteriormente, a identificação.
A arquidiocese de Santarém divulgou nota de esclarecimento sobre o episódio.
"A Arquidiocese de Santarém comunica que, na manhã de hoje (25/05/2022) por volta das 7h30min, uma mulher apresentando transtornos mentais, adentrou a Catedral Metropolitana e furtou a imagem do Senhor Morto que fica exposta embaixo do altar mor da igreja.

Quatro homens morrem durante intervenção policial da operação 'Soberano', em Rurópolis


Quatro homens morreram durante troca de tiros com a polícia no início da manhã desta quarta-feira (25), em Rurópolis, sudoeste do Pará. Eles eram alvos de mandados de prisão, busca e apreensão, dentro da Operação "Soberano", deflagrada por volta das 06hNa sequência da operação, foram realizados o cumprimento de mais 5 mandados de busca e apreensão e a prisão de Regis Ferreira da Silva, acusado de tráfico de drogas e associação criminosa. pela Polícia Civil com apoio da Polícia Militar.
De acordo com a polícia, os mandados seriam cumpridos em um endereço localizado na Rua Magalhães Barata, n° 59, bairro Vila Nova.

De acordo com informações do delegado de Rurópolis, Ariosnaldo Vital Filho, após cerco e abordagem no local, os policiais entraram no imóvel, onde foram recebidos com disparos de arma de fogo, e que por isso houve necessidade de reação.
Após a troca de tiros, os policiais avistaram quatro homens caídos no chão, no interior do imóvel. Os mortos foram identificados como:
Francisco Oliveira Cruz (conhecido como Chiquinho ou Sub-zero) - membro do Comando Vermelho, segundo a,polícia, e preso anteriormente por tráfico e homicídio;
Jhon Bairo Alfonso (venezuelano) - envolvido em tráfico de drogas e associação criminosa;

Velasquez Vasquez (venezuelano) - envolvido em tráfico de drogas e associação criminosa;; e
Egnaldo Lopes da Silva - conhecido como "Biroga" - envolvido em tráfico de drogas e associação criminosa.
No local foram apreendidas duas armas de fogo tipo revólver, sendo uma calibre 32 com 4 munições e uma calibre 38 com 5 munições, sendo 3 deflagradas.
Na sequência da operação, foram realizados o cumprimento de mais 5 mandados de busca e apreensão e a prisão de Regis Ferreira da Silva, acusado de tráfico de drogas e associação criminosa.

Brinquedo quebra e arremessa jovens, em Santa Maria do Pará: vídeo


Um grande número de pessoas foi até um parque instalado ao lado da Igreja Matriz do município de Santa Maria do Pará, durante a noite desta terça-feira, 24. Entretanto, o lugar que deveria ser sinônimo de diversão logo foi substituído pelo medo: um brinquedo conhecido como “sombrinha” falhou e arremessou jovens que brincavam. Pelo menos três pessoas ficaram feridas.
Segundo informações, as vítimas receberam atendimento médico e foram levadas para o Hospital Municipal de Santa Maria. O estado de saúde não foi informado, mas testemunhas do acidente dizem que as duas meninas e um menino estavam conscientes no momento dos primeiros socorros.
Vídeos gravados no local mostram o grande número de pessoas que frequentavam o parque no momento do acidente. O brinquedo deve passar por vistorias para identificar a falha. Veja o vídeo:
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terça-feira, 24 de maio de 2022

Justiça manda afastar delegado e investigador de Oriximiná; e recolher as armas




Delegacia da Polícia Civil em Oriximiná: local de trabalho do delegado e do investigador. Foto: Arquivo JC
Em decisão nesta terça-feira (24), a Justiça de Oriximiná (PA) determinou o imediato afastamento de “suas funções” do delegado de polícia e de um investigador lotados no município. Também ordenou a apreensão dos passaportes dos 2 servidores públicos, para evitar que eles fujam, “ante as fronteiras internacionais do município”.
A ação penal contra Edmilson Bastos Faro (delegado) e José Marcelo Pinheiro de Oliveira (investigador), que tramitava em segredo de Justiça, foi protocolada pelo Ministério Público do Pará (MPPA) na semana passada (dia 18).
O juiz Wallace Carneiro de Sousa, de Oriximiná, não acatou o pedido do MP de prisão preventiva dos dois policiais. Mas mandou que a Polícia Civil do Pará recolha imediatamente as armas deles, além de fixar outras medidas cautelares diversas de prisão a serem cumpridas pelos acusados.

Assaltante ameaça esfaquear criança durante roubo em Santarém


Rafael Lima do Rosário foi preso em flagrante pela Polícia Militar (PM) na noite de segunda-feira (23), por suspeita de assaltar e ameaçar com arma branca (faca), duas jovens, sendo que uma delas estava com uma criança no colo. O crime aconteceu na Avenida Anísio Chaves, bairro Aeroporto Velho, em Santarém.
De acordo com informações da Polícia, as vítimas haviam acabado de sair da escola e aguardavam o coletivo na parada de ônibus em frente ao prédio da Prefeitura de Santarém. Quando foram surpreendidas pelo suspeito que ameaçou esfaquear a criança com uma faca de serra, caso a mãe não passasse o aparelho celular.Celular roubado e faca utilizada no crime (Foto: Blog do Pião)
Amedrontada, a jovem repassou o aparelho celular ao suspeito que fugiu em rumo ignorado. A PM foi acionada e após diligências conseguiu capturar Rafael e recuperar o objeto roubado.
O suspeito foi apresentado ao delegado de plantão na 16ª Seccional de Polícia Civil para os procedimentos cabíveis. Na manhã de terça-feira (24) foi transferido para o Complexo Penitenciário de Cucurunã, onde está à disposição da Justiça.

Homem é preso acusado de abusar das primas de 5, 12 e 13 anos em Rurópolis


O homem identificado como Alexandre Dalagnol, 29 anos, foi preso na tarde de segunda-feira (23), por prática de abuso sexual contra as primas de 5, 12 e 13 anos de idade. A prisão preventiva ocorreu na Vicinal do Igarapé Preto, dentro da Operação “Números Primos”, deflagrada pela Polícia Civil do Pará com apoio da Polícia Militar em Rurópolis.

Vereadora Adriana Almeida sofre mais uma derrota na Justiça Eleitoral

Adriana Almeida sofre mais uma derrota na tentativa de preservar o mandato após deixar o Partido Verde e ingressar no União Brasil.

Depois de ter sido negada a
liminar requerida em ação de justificação de desfiliação partidária, a vereadora Adriana Almeida sofre mais uma derrota na tentativa de preservar o mandato após deixar o Partido Verde e ingressar no União Brasil. Segundo a relatora do processo, há dois processos com a mesma causa de pedir e ambos devem ser apreciados conjuntamente.
No dia 5 de abril, a juiza federal Carina Bastos de Sena negou concessão de tutela antecipada( liminar) requerida pela vereadora Adriana Almeida, eleita pelo PV, e que buscava reconhecimento de justa causa para mudança de agremiação partidária.

segunda-feira, 23 de maio de 2022

Justiça declara fim da pena de prisão de Reginaldo Campos

Vereador Reginaldo Campos de Santarém 











Chegou ao fim nesta segunda-feira (23) a pena de prisão de Reginaldo Campos, ex-vereador de Santarém (PA).
Hoje a Justiça declarou oficialmente que o político cumpriu a pena de 2 anos de prisão domiciliar.
A decisão é do juiz Rômulo Nogueira de Brito, da 2ª Vara Criminal de Santarém. Reginaldo passará a cumprir terceira e última etapa de sua condenação, desta vez em regime aberto.
Ele fez delação premiada, homologada pela Justiça no final de janeiro de 2018. Ficou acertado à época que Reginaldo devolveria cerca de R$ 1,1 milhão em bens imóveis por ele adquirido quando foi presidente da Câmara de Vereadores (2015/2016).
E mais: cumpriria pena de prisão de 2 anos e meio em regime fechado, 2 anos em domiciliar e mais 2 anos em regime aberto.
Além disso, em decisão também nesta segunda-feira, o juiz o autorizou a viajar para Belém (PA), de 30 deste mês a 14 do próximo, para que possa comparecer ao quartel do Comando-Geral da Polícia Militar do Pará, a fim de apresentar exames médicos, “como meio de atender convocação de retorno às atividades laborais” na corporação.
Filiado ao PSC, Reginaldo confessou os crimes imputados na denúncia do MPPA contra ele, no âmbito da Perfuga, revelando detalhes de como ocorriam, além de outros delitos. A delação foi homologada pelo juiz Rômulo Nogueira de Brito.
Vereador por mais de 13 anos em Santarém, Reginaldo da Rocha Campos tem 53 anos. No biênio 2015/2016, à frente da presidência da Câmara, montou montou um esquema criminoso de desvio de dinheiro público no âmbito da Casa, em benefício próprio e de outros servidores ali lotados.

Empresa aérea santarena suspeita de prestar serviço a garimpo ilegal tem contrato com a Funai

Pista da empresa Piquiatuba em Santarém 













BRASÍLIA(O Globo) - Fundada por um empresário acusado de ser dono de garimpos ilegais no Pará, a Piquiatuba Táxi Aéreo assinou contratos com o governo federal que, somados, chegam a R$ 16,1 milhões. Um deles foi firmado com a Funai para levar agentes e produtos como remédios a territórios indígenas. Mas, segundo o Ministério Público Federal, aviões da empresa também foram usados para transportar garimpeiros e alimentos a áreas de exploração ilegal na Amazônia.
A Funai contratou os serviços da Piquiatuba em julho do ano passado, por R$ 500 mil. Antes, a partir de 2019, a Secretaria Especial de Saúde Indígena firmou seis contratos com a mesma empresa, cinco com dispensa de licitação, justificada pela pandemia de Covid-19. O maior deles, de R$ 8,6 milhões, foi para atender aos ianomâmis, em Roraima, uma das etnias mais ameaçadas pelo garimpo ilegal.
Operação em 2020
O acordo com a Funai prevê o uso por até 100 horas de dois aviões para atender às demandas da Coordenação da Frente de Proteção Etnoambiental Cuminapanema, no norte do Pará. A frente é responsável por fiscalizar a mesma área onde fica o garimpo do Limão, cujo ouro, segundo o Ministério Público Federal, foi explorado ilegalmente pelo fundador da Piquiatuba, o empresário Armando Amâncio da Silva [ já falecido]. Uma investigação apontou que aviões da empresa fizeram pelo menos 182 voos entre 2015 e 2018 à região.
Amâncio morreu em 2020 de câncer, dias depois de uma operação da Polícia Federal ter apreendido 44 quilos em barras de ouro em um cofre em sua casa, em Santarém. O ouro foi avaliado em quase R$ 15 milhões. De acordo com a PF, foi retirado da Reserva Biológica Maicuru.
As investigações apontaram que foi desta terra indígena no Pará que Amâncio extraiu a fortuna que o levou a se tornar empresário de aviação. Os filhos do empresário comandam a Piquiatuba atualmente.
O advogado Paulo Emílio Catta Preta, que defende os donos da empresa, nega que a Piquiatuba preste serviços a garimpeiros e reforçou que os aviões são utilizados exclusivamente para o transporte de pacientes e de servidores da Funai. Mas em uma investigação aberta pela própria fundação, em conjunto com o Exército, indígenas disseram ter reconhecido um aparelho da empresa de táxi aéreo como o mesmo que foi usado por garimpeiros em atividade nas regiões dos rios Mucajaí e Couto Magalhães, que atravessam o território ianomâmi em Roraima.
Sem pesquisa de sócios
Segundo relatório do caso, ao qual o GLOBO teve acesso, em agosto de 2019 um avião da Piquiatuba aterrissou na aldeia Sikamabiú, enquanto militares interrogavam mulheres da comunidade sobre o garimpo ilegal. “Pousou hoje, por volta de 10:00h um avião do tipo PT contratado da SESAI, para trazer e levar pessoal e material. Nos foi informado que esta empresa de transporte aéreo é nova (foi contratada recentemente) e a comunidade indígena de Sikamabiú afirma que esta mesma empresa faz transporte logístico para os garimpos da região. A aeronave foi identificada com o prefixo: PR-BAP, de cores branca e azul. O nome da empresa é Piquiatuba”, diz o relatório.
O Ministério da Justiça, pasta a qual a Funai é vinculada, afirmou que, antes da contratação da Piquiatuba, “foram consultadas todas as certidões públicas vinculadas à empresa”. Mas as buscas não incluíram pesquisa sobre os sócios, “o que inviabiliza a informação a respeito da investigação dos empresários”.
“Não compete ao órgão a realização de investigações criminais de empresários supostamente vinculados às empresas contratadas pela Administração Pública”, informou o ministério.
Com 17 aviões e lucro de R$ 1,2 milhão, a Piquiatuba transportou de março de 2019 a fevereiro deste ano insumos, servidores, pacientes e cargas perigosas a comunidades indígenas de Roraima, Amazonas e Amapá. O Ministério da Saúde informou que, no momento da assinatura do contrato, a Piquiatuba “cumpria todos os requisitos legais”.


Detentos teriam sido baleados dentro da penitenciária de Santarém; agentes prisionais são denunciados


Um procedimento administrativo instaurado pelo Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), por meio da 3ª Promotoria de Justiça de Santarém, vai apurar denúncias feitas por detentos do Centro de Recuperação Agrícola Silvio Hall de Moura (CRASHM), na comunidade de Cucurunã, em Santarém, no oeste do Pará, que teriam sido baleados por agentes penais, no ano passado.
A suposta violência praticada contra os detentos custodiados na unidade prisional em Santarém é alvo do procedimento administrativo nº 007/2022-MP/3ªPJ, instaurado no último dia 12 de maio.
O caso chegou ao conhecimento da promotora de Justiça Dully Sanae Araújo Otakara, titular da 3ª Promotoria de Justiça de Santarém, por meio de uma denúncia feita por e-mail de que os apenados Olavo Henrique Quintas Trindade, Darlan Freitas Conceição, Aldilan Ferreira Melo e um interno identificado apenas por ‘Weslen’ teriam sido vítimas de baleamento.