quarta-feira, 25 de maio de 2022

Brinquedo quebra e arremessa jovens, em Santa Maria do Pará: vídeo


Um grande número de pessoas foi até um parque instalado ao lado da Igreja Matriz do município de Santa Maria do Pará, durante a noite desta terça-feira, 24. Entretanto, o lugar que deveria ser sinônimo de diversão logo foi substituído pelo medo: um brinquedo conhecido como “sombrinha” falhou e arremessou jovens que brincavam. Pelo menos três pessoas ficaram feridas.
Segundo informações, as vítimas receberam atendimento médico e foram levadas para o Hospital Municipal de Santa Maria. O estado de saúde não foi informado, mas testemunhas do acidente dizem que as duas meninas e um menino estavam conscientes no momento dos primeiros socorros.
Vídeos gravados no local mostram o grande número de pessoas que frequentavam o parque no momento do acidente. O brinquedo deve passar por vistorias para identificar a falha. Veja o vídeo:
ADVERTISEMENT

terça-feira, 24 de maio de 2022

Justiça manda afastar delegado e investigador de Oriximiná; e recolher as armas




Delegacia da Polícia Civil em Oriximiná: local de trabalho do delegado e do investigador. Foto: Arquivo JC
Em decisão nesta terça-feira (24), a Justiça de Oriximiná (PA) determinou o imediato afastamento de “suas funções” do delegado de polícia e de um investigador lotados no município. Também ordenou a apreensão dos passaportes dos 2 servidores públicos, para evitar que eles fujam, “ante as fronteiras internacionais do município”.
A ação penal contra Edmilson Bastos Faro (delegado) e José Marcelo Pinheiro de Oliveira (investigador), que tramitava em segredo de Justiça, foi protocolada pelo Ministério Público do Pará (MPPA) na semana passada (dia 18).
O juiz Wallace Carneiro de Sousa, de Oriximiná, não acatou o pedido do MP de prisão preventiva dos dois policiais. Mas mandou que a Polícia Civil do Pará recolha imediatamente as armas deles, além de fixar outras medidas cautelares diversas de prisão a serem cumpridas pelos acusados.

Assaltante ameaça esfaquear criança durante roubo em Santarém


Rafael Lima do Rosário foi preso em flagrante pela Polícia Militar (PM) na noite de segunda-feira (23), por suspeita de assaltar e ameaçar com arma branca (faca), duas jovens, sendo que uma delas estava com uma criança no colo. O crime aconteceu na Avenida Anísio Chaves, bairro Aeroporto Velho, em Santarém.
De acordo com informações da Polícia, as vítimas haviam acabado de sair da escola e aguardavam o coletivo na parada de ônibus em frente ao prédio da Prefeitura de Santarém. Quando foram surpreendidas pelo suspeito que ameaçou esfaquear a criança com uma faca de serra, caso a mãe não passasse o aparelho celular.Celular roubado e faca utilizada no crime (Foto: Blog do Pião)
Amedrontada, a jovem repassou o aparelho celular ao suspeito que fugiu em rumo ignorado. A PM foi acionada e após diligências conseguiu capturar Rafael e recuperar o objeto roubado.
O suspeito foi apresentado ao delegado de plantão na 16ª Seccional de Polícia Civil para os procedimentos cabíveis. Na manhã de terça-feira (24) foi transferido para o Complexo Penitenciário de Cucurunã, onde está à disposição da Justiça.

Homem é preso acusado de abusar das primas de 5, 12 e 13 anos em Rurópolis


O homem identificado como Alexandre Dalagnol, 29 anos, foi preso na tarde de segunda-feira (23), por prática de abuso sexual contra as primas de 5, 12 e 13 anos de idade. A prisão preventiva ocorreu na Vicinal do Igarapé Preto, dentro da Operação “Números Primos”, deflagrada pela Polícia Civil do Pará com apoio da Polícia Militar em Rurópolis.

Vereadora Adriana Almeida sofre mais uma derrota na Justiça Eleitoral

Adriana Almeida sofre mais uma derrota na tentativa de preservar o mandato após deixar o Partido Verde e ingressar no União Brasil.

Depois de ter sido negada a
liminar requerida em ação de justificação de desfiliação partidária, a vereadora Adriana Almeida sofre mais uma derrota na tentativa de preservar o mandato após deixar o Partido Verde e ingressar no União Brasil. Segundo a relatora do processo, há dois processos com a mesma causa de pedir e ambos devem ser apreciados conjuntamente.
No dia 5 de abril, a juiza federal Carina Bastos de Sena negou concessão de tutela antecipada( liminar) requerida pela vereadora Adriana Almeida, eleita pelo PV, e que buscava reconhecimento de justa causa para mudança de agremiação partidária.

segunda-feira, 23 de maio de 2022

Justiça declara fim da pena de prisão de Reginaldo Campos

Vereador Reginaldo Campos de Santarém 











Chegou ao fim nesta segunda-feira (23) a pena de prisão de Reginaldo Campos, ex-vereador de Santarém (PA).
Hoje a Justiça declarou oficialmente que o político cumpriu a pena de 2 anos de prisão domiciliar.
A decisão é do juiz Rômulo Nogueira de Brito, da 2ª Vara Criminal de Santarém. Reginaldo passará a cumprir terceira e última etapa de sua condenação, desta vez em regime aberto.
Ele fez delação premiada, homologada pela Justiça no final de janeiro de 2018. Ficou acertado à época que Reginaldo devolveria cerca de R$ 1,1 milhão em bens imóveis por ele adquirido quando foi presidente da Câmara de Vereadores (2015/2016).
E mais: cumpriria pena de prisão de 2 anos e meio em regime fechado, 2 anos em domiciliar e mais 2 anos em regime aberto.
Além disso, em decisão também nesta segunda-feira, o juiz o autorizou a viajar para Belém (PA), de 30 deste mês a 14 do próximo, para que possa comparecer ao quartel do Comando-Geral da Polícia Militar do Pará, a fim de apresentar exames médicos, “como meio de atender convocação de retorno às atividades laborais” na corporação.
Filiado ao PSC, Reginaldo confessou os crimes imputados na denúncia do MPPA contra ele, no âmbito da Perfuga, revelando detalhes de como ocorriam, além de outros delitos. A delação foi homologada pelo juiz Rômulo Nogueira de Brito.
Vereador por mais de 13 anos em Santarém, Reginaldo da Rocha Campos tem 53 anos. No biênio 2015/2016, à frente da presidência da Câmara, montou montou um esquema criminoso de desvio de dinheiro público no âmbito da Casa, em benefício próprio e de outros servidores ali lotados.

Empresa aérea santarena suspeita de prestar serviço a garimpo ilegal tem contrato com a Funai

Pista da empresa Piquiatuba em Santarém 













BRASÍLIA(O Globo) - Fundada por um empresário acusado de ser dono de garimpos ilegais no Pará, a Piquiatuba Táxi Aéreo assinou contratos com o governo federal que, somados, chegam a R$ 16,1 milhões. Um deles foi firmado com a Funai para levar agentes e produtos como remédios a territórios indígenas. Mas, segundo o Ministério Público Federal, aviões da empresa também foram usados para transportar garimpeiros e alimentos a áreas de exploração ilegal na Amazônia.
A Funai contratou os serviços da Piquiatuba em julho do ano passado, por R$ 500 mil. Antes, a partir de 2019, a Secretaria Especial de Saúde Indígena firmou seis contratos com a mesma empresa, cinco com dispensa de licitação, justificada pela pandemia de Covid-19. O maior deles, de R$ 8,6 milhões, foi para atender aos ianomâmis, em Roraima, uma das etnias mais ameaçadas pelo garimpo ilegal.
Operação em 2020
O acordo com a Funai prevê o uso por até 100 horas de dois aviões para atender às demandas da Coordenação da Frente de Proteção Etnoambiental Cuminapanema, no norte do Pará. A frente é responsável por fiscalizar a mesma área onde fica o garimpo do Limão, cujo ouro, segundo o Ministério Público Federal, foi explorado ilegalmente pelo fundador da Piquiatuba, o empresário Armando Amâncio da Silva [ já falecido]. Uma investigação apontou que aviões da empresa fizeram pelo menos 182 voos entre 2015 e 2018 à região.
Amâncio morreu em 2020 de câncer, dias depois de uma operação da Polícia Federal ter apreendido 44 quilos em barras de ouro em um cofre em sua casa, em Santarém. O ouro foi avaliado em quase R$ 15 milhões. De acordo com a PF, foi retirado da Reserva Biológica Maicuru.
As investigações apontaram que foi desta terra indígena no Pará que Amâncio extraiu a fortuna que o levou a se tornar empresário de aviação. Os filhos do empresário comandam a Piquiatuba atualmente.
O advogado Paulo Emílio Catta Preta, que defende os donos da empresa, nega que a Piquiatuba preste serviços a garimpeiros e reforçou que os aviões são utilizados exclusivamente para o transporte de pacientes e de servidores da Funai. Mas em uma investigação aberta pela própria fundação, em conjunto com o Exército, indígenas disseram ter reconhecido um aparelho da empresa de táxi aéreo como o mesmo que foi usado por garimpeiros em atividade nas regiões dos rios Mucajaí e Couto Magalhães, que atravessam o território ianomâmi em Roraima.
Sem pesquisa de sócios
Segundo relatório do caso, ao qual o GLOBO teve acesso, em agosto de 2019 um avião da Piquiatuba aterrissou na aldeia Sikamabiú, enquanto militares interrogavam mulheres da comunidade sobre o garimpo ilegal. “Pousou hoje, por volta de 10:00h um avião do tipo PT contratado da SESAI, para trazer e levar pessoal e material. Nos foi informado que esta empresa de transporte aéreo é nova (foi contratada recentemente) e a comunidade indígena de Sikamabiú afirma que esta mesma empresa faz transporte logístico para os garimpos da região. A aeronave foi identificada com o prefixo: PR-BAP, de cores branca e azul. O nome da empresa é Piquiatuba”, diz o relatório.
O Ministério da Justiça, pasta a qual a Funai é vinculada, afirmou que, antes da contratação da Piquiatuba, “foram consultadas todas as certidões públicas vinculadas à empresa”. Mas as buscas não incluíram pesquisa sobre os sócios, “o que inviabiliza a informação a respeito da investigação dos empresários”.
“Não compete ao órgão a realização de investigações criminais de empresários supostamente vinculados às empresas contratadas pela Administração Pública”, informou o ministério.
Com 17 aviões e lucro de R$ 1,2 milhão, a Piquiatuba transportou de março de 2019 a fevereiro deste ano insumos, servidores, pacientes e cargas perigosas a comunidades indígenas de Roraima, Amazonas e Amapá. O Ministério da Saúde informou que, no momento da assinatura do contrato, a Piquiatuba “cumpria todos os requisitos legais”.


Detentos teriam sido baleados dentro da penitenciária de Santarém; agentes prisionais são denunciados


Um procedimento administrativo instaurado pelo Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), por meio da 3ª Promotoria de Justiça de Santarém, vai apurar denúncias feitas por detentos do Centro de Recuperação Agrícola Silvio Hall de Moura (CRASHM), na comunidade de Cucurunã, em Santarém, no oeste do Pará, que teriam sido baleados por agentes penais, no ano passado.
A suposta violência praticada contra os detentos custodiados na unidade prisional em Santarém é alvo do procedimento administrativo nº 007/2022-MP/3ªPJ, instaurado no último dia 12 de maio.
O caso chegou ao conhecimento da promotora de Justiça Dully Sanae Araújo Otakara, titular da 3ª Promotoria de Justiça de Santarém, por meio de uma denúncia feita por e-mail de que os apenados Olavo Henrique Quintas Trindade, Darlan Freitas Conceição, Aldilan Ferreira Melo e um interno identificado apenas por ‘Weslen’ teriam sido vítimas de baleamento.

SERVIDORA PÚBLICA E SUA COMPANHEIRA SÃO ACUSADAS DE MAUS-TRATOS EM CANAÃ

























Vítimas foram encontradas com inúmeros hematomas.
A servidora pública Daiane dos Reis Silva e sua companheira, Karla Márcia Gomes Correia foram presas no final da manhã deste sábado, 21, por uma equipe de investigadores da Polícia Civil de Canaã dos Carajás, que recebeu a denúncia de que as duas estariam praticando do crime de maus-tratos
As vítimas são duas crianças, uma de seis e outra de quatro anos de idade filhas biológicas de Daiane que, segundo o pai das menores, estariam sendo agredidas pela mãe e pela companheira da mãe.
Valdemar, que reside na capital paraense, recebeu a informação de pessoas próximas de que suas filhas estavam sendo torturadas pelo casal. Ao chegar na cidade, o pai procurou imediatamente a Delegacia para registrar a denúncia. As autoridades se deslocaram até o endereço das suspeitas e encontraram as duas meninas com hematomas por todo o corpo.
A mãe e a companheira foram presas e encaminhadas para a Delegacia de Polícia Civil, onde foram ouvidas e liberadas.
As crianças foram acolhidas e entregues para o pai.



























domingo, 22 de maio de 2022

Promotor militar manda abrir IPM sobre vídeo de agressão a preso. Veja os dois vídeos da ação


Um vídeo divulgado hoje em Santarém e no qual aparecem policiais militares agredindo a socos um suspeito de furto rendido, à margem de uma estrada, provocou a indignação do promotor militar, Armando Brasil. Ele vai pedir ao comandante da Polícia Militar naquele cidade a imediata identificação e afastamento da equipe envolvida no espancamento do homem detido e também de um capitão que comandava o policiamento.
Em outro vídeo, divulgado no Facebook por um blogueiro, o capitão diz que alunos da PM que estão nas ruas, participam de treinamento. Ainda não está claro se esses alunos, que também aparecem no vídeo do blogueiro ao lado do capitão participaram das agressões contra o homem preso, depois apresentado à delegacia de polícia para os procedimentos cabíveis.
O homem foi apresentado na 16ª Seccional Urbana de Polícia Civil pelos policiais, que são lotados no 35º Batalhão de Polícia Militar, sob a acusação de furto. Junto com ele foram apresentadas várias joias supostamente furtadas de uma residência na ocupação Bela Vista do Juá.
De acordo com a polícia, ‘Caminhão’ tem várias passagens por furtos e outros delitos. As joias estariam com ele, segundo o capitão PM Arthur Vasconcelos. Junto com ‘Caminhão’, também foram levados para a delegacia de Polícia Civil, os indivíduos Marcos Corrêa Pantoja e Cleidson Sousa da Costa. A direção da PM em Santarém ainda não se manifestou sobre o caso.
“Vou mandar ofício ao comando, determinando a abertura de Inquérito Policial Militar (IPM) e que os envolvidos sejam afastados. essa forma de abordagem, com agressões ao preso, é desnecessária. Isso não está em nenhum treinamento de alunos da PMe se estiver está totalmente errado. Isso configura crime de lesões corporais, abuso de autoridade". Disse Armando Brasil.