quinta-feira, 24 de abril de 2025

POLÍCIA CIVIL DO PARÁ PRENDE NO RIO DE JANEIRO INVESTIGADO POR ' ESTELIONATO SENTIMENTAL '

A vítima, uma mulher paraense, perdeu cerca de R$ 500 mil, transferidos para o criminoso, que já está à disposição da Justiça

A Polícia Civil do Pará deflagrou na manhã desta quinta-feira (24) a Operação “Romance Scam”, para cumprir mandados de prisão preventiva, de busca e apreensão domiciliar e de busca e apreensão de ativos virtuais contra um investigado pelo crime de “estelionato sentimental” ou “golpe do amor”, e lavagem de dinheiro.

EXPORTAÇÕES DE PRODUTOS DO AGRONEGÓCIO PARAENSE CRESCERAM QUASE 14 % NO PRIMEIRO TRIMESTRE

Avanço foi impulsionado, principalmente, pelo aumento das exportações dos segmentos de carnes, animais vivos e do complexo da soja, segundo os dados sistematizados pela Sedap

O Estado do Pará fecha o primeiro trimestre deste mês com um crescimento de 13,66% nas exportações do agronegócio. 
O alcance foi de US$ 650,01 milhões, segundo o estudo elaborado regionalmente pelo Núcleo de Planejamento e Estatísticas (Nuplan) da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap). Os dados foram extraídos do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa)/ Agrostat – 

SEGUP INSTALA CENTRO INTEGRADO DE COMANDO E CONTROLE MÓVEL PARA REFORÇAR AÇÕES DE SEGURANÇA EM ANANINDEUA

No local, os órgãos de segurança realizam alinhamentos operacionais e a população pode registrar ocorrências

Para intensificar as ações integradas de segurança pública no bairro de Águas Lindas, em Ananindeua, a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) instalou o Centro Integrado de Comando e Controle Móvel (CICCM) em um ponto estratégico da região.
No local, os órgãos de segurança realizam alinhamentos operacionais e a população pode registrar ocorrências.
Segundo o secretário adjunto operacional da Segup, coronel Sérgio Neves, o reforço faz parte da mobilização iniciada na última terça-feira (22), com foco na proteção dos moradores e na prisão dos envolvidos no incêndio dos ônibus. 
“Com o CICC Móvel na área, conseguimos oferecer um ponto de apoio aos agentes que atuam no bairro e entorno, integrar as ações entre Polícia Civil e Polícia Militar, além de prestar atendimento à população. 
Reforçamos que o Estado está presente, ao lado da comunidade, como um braço forte para mitigar os impactos dos crimes. 
Seguiremos com as operações, avaliando diariamente o cenário e as estratégias adotadas por cada força de segurança”, afirmou.
CICC Móvel
O Centro Integrado de Comando e Controle Móvel está instalado na rua Oswaldo Cruz, em Águas Lindas, como base de apoio aos agentes que atuam nas ações de monitoramento, alinhamento de estratégias e tomada de decisões. 
A unidade funcionará de forma contínua até o encerramento das operações. 
O local também serve como ponto de registro de ocorrências policiais, sendo os casos de flagrante encaminhados à delegacia competente.
Ações de Segurança
As forças de segurança seguem com buscas para localizar os envolvidos nas práticas criminosas, além de manter o policiamento ostensivo, barreiras para abordagens de pedestres e veículos, e ações de investigação.
Integração
As ações foram intensificadas desde a noite da última terça-feira (22), com o objetivo de garantir a segurança da população, manter a ordem pública e agilizar as investigações relacionadas ao incêndio dos dois ônibus no bairro.
O trabalho é realizado de forma integrada pelas forças de segurança, com atuação do policiamento da área e apoio de equipes especializadas da Polícia Militar, como o Batalhão de Operações Especiais (Bope), Batalhão de Polícia de Choque, Batalhão de Ações com Cães (BAC), Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam) e Regimento de Policiamento Montado (RPMOM).
A Polícia Civil também atua por meio da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE), Núcleo de Inteligência Policial (NIP), Diretoria de Polícia Especializada (DPE) e Delegacia de Repressão a Facções Criminosas (DRFC). 
O Grupamento Aéreo de Segurança Pública (Graesp) realiza sobrevoos para apoiar as equipes em solo.
(Graesp) que está realizando sobrevoos para auxiliar as equipes que estão em via terrestre.

EMATER CAPACITA ARTESÃS DA ILHA DE COTIJUBA PARA RECICLAGEM DE PAPELÃO

Iniciativa na Região Metropolitana de Belém tem quatro módulos e já contemplou comunidades da Ilha de Mosqueiro e de Salinópolis

No ano da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 30), a se realizar no mês de novembro em Belém, a empreendedora Ana Carolina Silva, de 27 anos, da Ilha de Cotijuba, em Belém, tem inovado nos negócios com sustentabilidade.

POLÍCIA CIVIL DO PARÁ FECHA MATADOURO CLANDESTINO E AUTUA DUAS PESSOAS

A operação aconteceu no distrito de Outeiro em conjunto com a Adepará, Vigilância Sanitária e Polícia Científica do Estado

A Polícia Civil do Pará deflagrou a operação "Carne Fraca" para apurar denúncias acerca da existência de um matadouro clandestino de animais suínos, bem como para investigar possíveis crimes ambientais, contra a saúde pública e contra as relações de consumo.
A ação, que aconteceu na manhã desta quinta-feira (24), foi coordenada pela Delegacia de Proteção Animal (Depa), vinculada à Divisão Especializada em Meio Ambiente e Proteção Animal (Demapa), e contou com a parceria da Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), Vigilância Sanitária e Polícia Científica do Estado (PCEPA).

AUDIÊNCIA PÚBLICA NA ALEPA COBRA ESCLARECIMENTOS DA FUNAI SOBRE TERRA INDÍGENAS

Uma Audiência Pública reuniu, nesta quarta-feira (23), na Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), representantes dos governos estadual e federal que atuam nas questões indígenas, fundiárias e ambientais, além de entidades rurais para debater os Impactos Jurídicos e Sociais das Ações Judiciais da Funai para Declaração de Terras Indígenas do Estado do Pará.
Crédito : Balthazar Costa (AID/ALEPA)
Solicitada Pelo Deputado Estadual Torrinho Torres, do MDB, a reunião teve como objetivo buscar esclarecimentos e soluções para a insegurança jurídica vivida por produtores rurais que possuem terras declaradas áreas de interesse para demarcação de terras indígenas (TIs) por parte da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).
Crédito : Balthazar Costa (AID/ALEPA)
Estiveram presentes no auditório João Batista os deputados Eraldo Pimenta; Maria do Carmo; Aveilton Souza; Iran Lima; Wescley Tomaz; Dirceu Ten Caten; o deputado federal Airton Faleiro; representantes da Funai; Defensoria Pública e Ministério Público do Pará; Procuradoria-Geral do Estado; e ITERPA; além da sociedade civil organizada.
O Deputado Eraldo Pimenta, presidente da Comissão de Constituição e Justiça e Redação Final da Alepa, destacou que o debate tinha por finalidade debater sobre os direitos dos povos indígenas, a fim de tornar mais transparente o processo de forma que não prejudique os trabalhadores do campo.
Crédito : Balthazar Costa (AID/ALEPA)
“Temos uma onda de boatos e divulgações de listas não oficiais de áreas que estariam sendo estudadas pela Funai, o que tira a tranquilidade dos pequenos agricultores”, lamentou o parlamentar.
“Esta situação aflige as famílias e precisamos discutir esse problema”.
“O Pará precisa produzir, queremos que a população do campo tenha autonomia em suas terras.
Não queremos usurpar os direitos dos indígenas, mas também queremos ter segurança para decidir sobre como produzir em nossas terras”, avaliou o proponente da Audiência Pública, deputado Torrinho Torres.
“Para garantir um direito não se pode aniquilar outros, não pode virar razão de insegurança jurídica de milhares”, disse o deputado.
“O povo do campo está aflito, sem saber se o pedaço de terra onde sempre viveram continuará sendo seu”, acrescentou.
Segundo Torrinho, 24,5% do território paraense é formado por terras indígenas e é necessário que essas áreas coexistam com a produção agrícola.
Ele enumera mais de 45 municípios alvos de boatos, com áreas supostamente reivindicadas como áreas indígenas, sem respaldo legal.
“Isso causa pânico, desvalorização de terras e insegurança jurídica.
Por isso esta Audiência Pública é tão importante, não para confrontar, mas para esclarecer e dar voz a todos os que constroem o Pará:
indígenas, agricultores, pecuaristas, assentados”, concluiu.
O Deputado Aveílton Souza cobrou um posicionamento: 
Crédito : Balthazar Costa ( AID/ALEPA)
“A Funai deve esclarecer como se dá essa declaração de interesse e que processos devem ser encaminhados”, disse.
“Quando glebas públicas federais são colocadas como interesses indígenas por parte da Funai, mas nunca se resolve se vira TI ou não, fica o produtor preso nesse meio tempo esperando.
Aí não consegue regularizar o terreno, não consegue pegar empréstimo ou ter vida normal, porque amanhã pode ter processo de desintrusão”, explicou.
A vice-líder do governo e presidente da Comissão de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Desenvolvimento Sustentável da Alepa, deputada Maria do Carmo (PT), sugeriu mais integração entre os órgãos envolvidos.
Crédito : Balthazar Costa : (AID/ALEPA)
“Temos interesse na regularização fundiária no Pará, mas deve haver parceria entre as instituições para não ocorrer sobreposição de interesses”.
Para o presidente do Instituto de Terras do Pará (Iterpa), Bruno Kono, “é importante tratar o assunto de forma a tirar dúvidas e resolver inseguranças.
A capacidade de ordenar atores no espaço físico exige conciliação e entendimento.
E só funciona com informações qualificadas.
Crédito : Balthazar Costa ( AID /ALEPA )
É complexo começar um processo de regularização fundiária sem qualquer impedimento, seja pelo Incra - Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária ou pela Funai, e ter que parar porque vem ato extramuros e paralisa o processo por tempo indeterminado. Tem que haver compartilhamento de informações”, detalhou o gestor.
Bruno Kono lembrou que o Pará é um dos estados que mais emitiu títulos coletivos de terra para comunidades tradicionais.
Em seis anos, o Iterpa já concedeu cerca de 37 mil títulos de terra.
“A questão dos povos indígenas não significa tirar direitos de outras parcelas da população, mas é papel da Funai defender os interesses e direitos indígenas.
Mas é claro que não é de interesse de ninguém criar instabilidade ou insegurança jurídica”, afiançou Janete Carvalho, diretora da Funai.
Entre as áreas que têm causado preocupação aos moradores do Pará está a Gleba Federal Rural Água Limpa, localizada no município de Medicilândia.
A Funai manifestou interesse na porção territorial que se sobrepõe integralmente à Terra Indígena (TI) Arara, uma área localizada dentro do território regularizado, de ocupação tradicional do povo Arara do Pará, e não de área limítrofe à TI, como foi divulgado de forma equivocada.
A Funai já manifestou interesse em outras áreas que se sobrepõem em terras indígenas regularizadas, de forma que essas glebas federais rurais devem ter seus limites ajustados pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
Glebas públicas são terrenos que pertencem ao Estado e que não foram objeto de parcelamento aprovado ou regularizado e registrado em cartório.
Trata-se, portanto, de uma área pública que pode ser destinada a terras indígenas, unidades de conservação, territórios quilombolas, entre outros.
Fonte : Alepa
Crédito : Balthazar Costa : (AID/ALEPA)


ONÇA QUE DEVOROU QUE DEVOROU CASEIRO FOI CAPTURADO NO MATO GROSSO !

A Onça machoresponsável pela morte do caseiro Jorge Ávalos, 60 anos, foi capturada pela Polícia Militar Ambiental na madrugada desta quinta-feira (24/4).

O Animal foi encaminhado para o Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (Cras), em Campo Grande (MS). 
Conforme informações oficiais, o macho pesa 94 quilos, e o CRAS da capital foi isolado como medida de segurança, não sendo permitida a entrada de pessoas não autorizadas.
A captura do animal foi realizada pela PMA com o auxílio de pesquisadores. 
A surpresa foi pelo sexo do animal, já que se esperava que ele fosse fêmea, e não macho. 
A captura do animal foi realizada pela PMA com auxílio de pesquisadores.
A surpresa foi pelo sexo do animal, já que se esperava que ele fosse fêmea, e não macho. 
A morte de Jorginho, como era conhecido, causou comoção nacional e preocupação em toda região pantaneira, principalmente por conta da possibilidade de novos ataques, ainda mais após a onça ter voltado ao local da morte do caseiro. 
"Jorginho" foi morto por uma onça enquanto tentava coletar mel em um deck próximo à mata, onde atuava como cuidador de um pesqueiro particular. 
Segundo relatos de moradores e pescadores da região, o ataque ocorreu de forma repentina. 
Um homem, que foi ao local conversar com Jorginho, encontrou apenas marcas de sangue e vestígios da presença do animal. 
A cena encontrada foi descrita: "Só sangue. 
A onça comeu o caseiro" afirmou.

VÍDEO : APÓS DEBOCHAR DE TORCEDORES DO PAYSANDU TORCEDORA DO REMO É EXPULSADE DE BAR

Mulher comemorou gol do Goiás e ironizou o time bicolor durante a final da Copa Verde, vencida pelo Paysandu nos pênaltis.

Uma situação inusitada marcou a noite da última quarta-feira (23), em Belém, logo após o Paysandu conquistar seu pentacampeonato da Copa Verde.
Em um bar lotado de torcedores bicolores, uma torcedora do Remo foi expulsa do local por seguranças, após provocar os presentes durante a transmissão da partida contra o Goiás, realizada no Estádio Serra Dourada, em Goiânia.
Imagens que circulam nas redes sociais mostram a mulher sendo escoltada para fora do estabelecimento, enquanto os torcedores do Paysandu comemoravam o título. 

OPERAÇÃO “MÔNACO”: POLÍCIA CIVIL INVESTIGA SONEGAÇÃO FISCAL EM EMPRESAS DE BELÉM E MARITUBA

A Investigação mira um grupo empresarial atuante no setor de fabricação de artefatos de concreto e estruturas pré-moldadas, suspeito de praticar crimes tributários na Região Metropolitana de Belém.


A Polícia Civil do Pará deflagrou, na manhã desta quarta-feira (23), a operação “Mônaco”, que resultou no cumprimento de três mandados de busca e apreensão em escritórios de contabilidade e empresas localizadas nos municípios de Belém e Marituba.
A ação é coordenada pela Divisão de Repressão a Crimes contra a Ordem Tributária (DOT), vinculada à Diretoria Estadual de Combate à Corrupção (Decor), e contou com o apoio da Diretoria Estadual de Combate a Crimes Cibernéticos (DECCC) e da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa).

ÁRVORE COM RISCO DE QUEDA SERÁ RETIRADA NESTE DOMINGO , 27 NA AVENIDA RUI BARBOSA EM SANTARÉM

Intervenção será realizada por órgãos de segurança e meio ambiente; filhotes de garça serão resgatados antes do corte.

Representantes da Semma , SMT , Corpo de Bombeiros , Equatorial e Semurb durante reunião em Santarém . - Foto : Zé Rodrigues / Tv Tapajós 

Uma operação envolvendo diversos órgãos de segurança e meio ambiente está programada para este domingo (27), às 9h, no centro comercial de Santarém, oeste do Pará, para a retirada de uma árvore localizada no canteiro central da avenida Rui Barbosa. 
A árvore está com risco iminente de queda e será derrubada após o resgate de filhotes de garça que habitam seus galhos.