O investigado é apontado como o responsável pela abordagem inicial das vítimas
A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Belém, com apoio das Delegacias de Tailândia e Capitão Poço e da Polícia Militar, deu continuidade, no domingo (1), às investigações da operação “Coimbra”, deflagrada pela Deam Belém em conjunto com o Núcleo de Inteligência Policial (NIP).
Nesta terceira fase da ação, foi cumprido o mandado de prisão preventiva expedido contra um homem, apontado como o último integrante do grupo criminoso ainda foragido.
A operação investigou uma série de roubos seguidos de estupro em Belém e Ananindeua.
As vítimas solicitavam corridas de mototaxistas na saída de eventos e, durante o percurso, o trajeto era desviado e elas eram levadas para a passagem Coimbra, localizada em Ananindeua, onde os crimes ocorriam.
Junto ao condutor da motocicleta, outros envolvidos acompanhavam a rota percorrida para a prática dos crimes.
A primeira vítima compareceu à unidade policial no dia 14 de dezembro de 2025, quando iniciaram as investigações.
Outras quatro mulheres registraram boletins de ocorrência relatando o mesmo caso.
Segundo a delegada Sawana Fontes, que conduziu as investigações, a captura ocorreu após compartilhamento de informações entre as equipes policiais envolvidas na operação.
A articulação interinstitucional foi determinante para o êxito da operação, possibilitando o levantamento de informações precisas acerca do paradeiro do investigado, que estava na zona rural do município de Capitão Poço, na região nordeste do Pará.
“De posse dessas informações, repassamos a informação para a 10ª Companhia Independente de Polícia Militar de Capitão Poço, para nos prestar apoio na realização de diligência para a efetivação da captura do suspeito”, relatou a delegada Sawana Fontes.
O investigado desempenhava papel central na estrutura criminosa, sendo o responsável por abordar as vítimas, oferecer transporte e conduzi-las a locais sem movimentação e com pouca iluminação, onde eram submetidas ao roubo e à violência sexual pelos integrantes do grupo.
In dos envolvidos no crime.
Já na tarde do dia 20, foi deflagrada a segunda fase da operação para localizar os outros três envolvidos que, junto do superior preso na primeira fase, cometiam os crimes.
As investigaçõvestigações — A primeira fase da operação aconteceu no dia 14 de fevereiro e culminou com a prisão de umes foram intensificadas e, com base nos novos elementos probatórios, foi novamente representado pelas prisões preventivas e pelos mandados de busca e apreensão.
Durante as diligências, as equipes policiais foram recebidas com disparos de arma de fogo efetuados pelos investigados.
Houve reação proporcional da equipe policial, com o objetivo de cessar a agressão e preservar a integridade da equipe e de terceiros. Os autores dos disparos iniciais foram atingidos e socorridos, mas não resistiram aos ferimentos e morreram.
Nesta fase da operação foram apreendidas uma arma de fogo, um simulacro de arma de fogo e três mofoi ctocicletas.
O preso nesta última fase da operação onduzido à Delegacia de Polícia de Capitão Poço para lavratura dos procedimentos legais cabíveis e encontra-se à disposição da Justiça.
Com a prisão dele, a fase de captura dos integrantes do grupo criminoso investigado na Operação Coimbra foi concluída.
As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outras possíveis vítimas.
*Texto de Jacqueline Costa, estagiária, sob supervisão de Esther Pinheiro (Ascom/PC).
Fonte : Portal Polícia CiviCivill
Blog do Xarope via Portal Polícia
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