presidente da Câmara de Vereadores de Santarém, no oeste do Pará, vereador Reginaldo Campos, informou na manhã desta segunda-feira (23), que aguarda a homologação do resultado do concurso público realizado pelo Poder Legislativo, cujo resultado foi divulgado no último dia 17, pela empresa Ináz Pará, organizadora do certame, para convocar os candidatos aprovados para assumirem seus cargos.
TV BLOG DO XAROPE
quinta-feira, 26 de maio de 2016
Câmara deve convocar aprovados no concurso ainda este ano em Santarém
presidente da Câmara de Vereadores de Santarém, no oeste do Pará, vereador Reginaldo Campos, informou na manhã desta segunda-feira (23), que aguarda a homologação do resultado do concurso público realizado pelo Poder Legislativo, cujo resultado foi divulgado no último dia 17, pela empresa Ináz Pará, organizadora do certame, para convocar os candidatos aprovados para assumirem seus cargos.
Vereador Peninha denuncia empresa Rede Celpa de está induzindo consumidores a assinarem multas exorbitante
| Peninha cobrou ação das autoridades |
O vereador Luis Fernando Sadeck, o Peninha denunciou a ação
implacável da Rede Celpa Equatorial na aplicação de multas nos
consumidores em Itaituba. Peninha disse na Tribuna que funcionários
terceirizados da empresa vão às residências, chamam o consumidor e
informam que o relógio está violado. Em seguida preenchem um formulário e
mandam o consumidor assinar. Este, por sua parte, alheio ao que se
trata, assina confessando a suposta irregularidade que vem ocorrendo no
seu relógio, com desvio de energia elétrica. Meses depois, este
consumidor recebe em sua casa a cobrança de valores absurdos de multas
pelo desvio de energia elétrica.
“Os relógios, muitas das vezes são
substituídos e os supostamente violados são encaminhados para Belém,
onde em um laboratório da própria empresa, que só os técnicos dela têm
acesso é feita a perícia. O consumidor não acompanha esta perícia,
apenas recebe o resultado, que é a cobrança de valores absurdos acusado
de ter desviado energia”, concluiu Peninha.
quarta-feira, 25 de maio de 2016
Justiça suspende contrato de R$ 1 milhão da Prefeitura de Rurópolis com clínica do Ceará
A cidade de Jericoacoara, sede da clínica, fica a 1.607 quilômetros de distância de Rurópolis
Um contrato firmado com uma clínica com sede em Jericoacoara, no Ceará, e a Prefeitura de Rurópolis, gestão de Pablo Genuíno (PSDB), foi suspenso pela Justiça.
As duas cidades ficam distantes 1.607 quilômetros em linha reta.
A decisão liminar (provisória), do juiz Flávio Oliveira Launde, foi proferida na semana passada (dia 20).
O magistrado também determinou a suspensão do contrato da prefeitura
com a médica Nathalia Silva Pena. Esse contrato e o fechado com a
Jijoclin Clínica Médica, ambos de 2016, somam mais de 1 milhão de reais –
ou exatos R$ 1.134.000,00.
A clínica cearense não possui filial em Rurópolis, segundo Robson Alves da Silva.
Ele é o autor da ação popular, com pedido de liminar, que provocou a suspensão dos dois contratos.
“Não nego que a suspensão dos contratos pode acarretar prejuízos aos
serviços médicos, mas a população deve entender que a manutenção de
contrato com suspeita de nulidade pode causar ainda mais prejuízos”,
argumentou o juiz na sua decisão.
“Eventuais irregularidades devem ser apuradas e sanadas”, reforçou.
Os dois contratos rendem mensalmente R$ 42 mil à médica e R$ 94,5 mil à clinica.
O juiz solicitou ao prefeito Pablo Genuíno cópia dos contratos,
razões que o levaram a contratar a clínica e a médica através de
licitação por inexigibilidade.
Blog do Xarope com informação de Jeso Carneiro
Prefeitura esclarece em relação à Operação da Polícia Federal denominada "Lesson"
| A Prefeitura Municipal se coloca à inteira disposição da Justiça para esclarecer os fatos e colaborar no que for preciso nas investigações. |
A Prefeitura Municipal de Vitória de Xingu esclarece que em relação à Operação da Polícia Federal denominada Lesson, as investigações dizem respeito a ilegalidades cometidas em outro município do Estado, e que as buscas realizadas em Vitória do Xingu se deve à presença da empresa investigada no município.
O Governo Municipal esclarece ainda que a aquisição do material didático da referida empresa foi feita com recursos próprios do município e não foram usados recursos federais do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (FUNDEB).
O objetivo do Governo Municipal é o de preparar os jovens, oportunizando o aprendizado do inglês, uma vez que Vitória do Xingu vem sendo preparada para ser o principal atrativo do pólo turístico do Xingu. A oferta de cursos de inglês se insere dentro de um projeto maior de usar o potencial turístico do Município, impulsionado pela usina de Belo Monte, para a geração de emprego e renda, especialmente para os jovens.
A relação mantida com a empresa investigada ocorreu dentro da mais absoluta legalidade, obedecendo à legislação vigente e sempre respeitando o dinheiro público, como é de praxe na atual administração.
A Prefeitura Municipal se coloca à inteira disposição da Justiça para esclarecer os fatos e colaborar no que for preciso nas investigações.
O Governo Municipal lamenta que o episódio esteja sendo usado politicamente por adversários políticos do prefeito Erivando Amaral, que tentam a todo o custo manchar a sua imagem de bom gestor.
Adversários estes que respondem a inúmeros processos por corrupção, que possuem seu nome associados à grandes escândalos de desvio de dinheiro público, que têm compromisso com o autoritarismo e não se conformam com a ascensão política de uma pessoa do povo, democrática e que tem a justica social como uma de suas maiores prioridades.
O Governo Municipal esclarece ainda que a aquisição do material didático da referida empresa foi feita com recursos próprios do município e não foram usados recursos federais do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (FUNDEB).
O objetivo do Governo Municipal é o de preparar os jovens, oportunizando o aprendizado do inglês, uma vez que Vitória do Xingu vem sendo preparada para ser o principal atrativo do pólo turístico do Xingu. A oferta de cursos de inglês se insere dentro de um projeto maior de usar o potencial turístico do Município, impulsionado pela usina de Belo Monte, para a geração de emprego e renda, especialmente para os jovens.
A relação mantida com a empresa investigada ocorreu dentro da mais absoluta legalidade, obedecendo à legislação vigente e sempre respeitando o dinheiro público, como é de praxe na atual administração.
A Prefeitura Municipal se coloca à inteira disposição da Justiça para esclarecer os fatos e colaborar no que for preciso nas investigações.
O Governo Municipal lamenta que o episódio esteja sendo usado politicamente por adversários políticos do prefeito Erivando Amaral, que tentam a todo o custo manchar a sua imagem de bom gestor.
Adversários estes que respondem a inúmeros processos por corrupção, que possuem seu nome associados à grandes escândalos de desvio de dinheiro público, que têm compromisso com o autoritarismo e não se conformam com a ascensão política de uma pessoa do povo, democrática e que tem a justica social como uma de suas maiores prioridades.
Investigação na Operação “Lessons”, da Polícia Federal impediu que outras prefeitura tivesse prejuízo
| Prefeitura Municipal de Marituba |
As
investigações começaram a partir de denúncias recebidas pela CGU da
irregularidade sendo cometida em Marituba, entre 2014 e 2015.
Foram 15 mandados de busca e apreensão, três
mandados de prisão preventiva, três mandados de prisão temporária e 8 conduções
coercitivas nas cidades de Belém – não há, por enquanto, nenhuma suspeita da
atuação da quadrilha na Prefeitura de Belém -, Marituba, Tomé-Açu, Acará,
Inhangapi e Vitória do Xingu.
Uma quadrilha que extorquia recursos do Fundo de
Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos Profissionais
da Educação (Fundeb), em seis municípios, foi desarticulada, na manhã de
terça-feira (24), na Operação “Lessons”, um trabalho conjunto da Polícia
Federal, Controladoria Geral da União (CGU), Ministério Público Federal (MPF) e
Receita Federal (RF). Duas empresas de fachada vendiam cursos de línguas
estrangeiras, de qualidade questionada pelos órgãos envolvidos nas operações, e
com preços superfaturados: o kit com três livros didáticos e três DVDs custava
R$ 1,8 mil. O rombo estimado está entre R$ 12 milhões e R$ 17 milhões. No
mínimo, 70% desses valores já foram pagos às empresas BR7 Editora e Ensino e
IHOL Idiomas
Foram 15 mandados de busca e apreensão, três
mandados de prisão preventiva, três mandados de prisão temporária e 8 conduções
coercitivas nas cidades de Belém – não há, por enquanto, nenhuma suspeita da
atuação da quadrilha na Prefeitura de Belém -, Marituba, Tomé-Açu, Acará,
Inhangapi e Vitória do Xingu. Foram apreendidos documentos, celulares,
computadores, dinheiro, drogas e carros de luxo importados. O vereador John Anderson Lima
(PHS, ex-PMDB) é um dos envolvidos em articular a fraude com a prefeitura de
Marituba, mas ainda está sendo investigada a participação de outros servidores
públicos. Os mandados foram expedidos pelo juiz federal Rubens Rollo D’Oliveira
(terceira Vara), que também decretou a quebra do sigilo de equipamentos de
informática, o sequestro de bens móveis imóveis dos suspeitos.
Estão presos preventivamente (sem prazo determinado
para o relaxamento da prisão) o empresário Alberto Pereira de Souza Júnior e o
empresário Washington Luiz Dias Lima. Ficarão presas temporariamente, pelo
prazo máximo de cinco dias, a advogada Angélica Laucilena Mota Lima, o servidor
público Mário Wilson Moraes Júnior e o empresário Heron Melo de Souza.
Foram conduzidos coercitivamente, para prestar
depoimento na Polícia Federal, Washington Luiz Maia (contador), Ilmara Azevedo
Campos (servidora da Prefeitura de Marituba), Jean Neves Gomes, John Anderson
Nascimento Lima (vereador de Marituba), Raimundo Edson Santos (contador).
As investigações começaram a partir de denúncias
recebidas pela CGU da irregularidade sendo cometida em Marituba, entre 2014 e
2015. O coordenador do Núcleo de Operações Especiais da CGU, Israel
Carvalho, explicou que, de imediato, chamava a atenção que duas empresas tão
pequenas e, praticamente, recém-inauguradas e sem quadro de funcionários,
fechassem contratos de R$ 2 milhões ou mais com uma prefeitura sem qualquer
processo de licitação. Com a prefeitura de Marituba, o contrato, além do
kit didático, incluía uma sala de aula móvel e professores para dar aulas de 18
de dezembro de 2014 a 17 de fevereiro de 2015. A sala móvel continua na rodovia
BR-316.
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| Não há, por enquanto, nenhuma suspeita da atuação da quadrilha na Prefeitura de Belém -, Marituba, Tomé-Açu, Acará, Inhangapi e Vitória do Xingu. |
Defesa- A
Assessoria
da Prefeitura de Vitória do Xingu, explicou que a secretária de
Educação de Vitória não utilizou recurso do Fundeb como as demais, foi recurso
próprio e também não efetuou todo o pagamento para essa empresa, e o motivo de
ter contrato e que a empresa mostrava ser seria através das atas e por outros
Municípios e inclusive o próprio contrato do governo do estado.
O objetivo era preparar
jovens no inglês tendo em vista que Vitória será o principal Município no pólo
turístico do Xingu , com a usina Belo Monte seria uma forma de aprendizado e
emprego e renda para os nossos alunos no futuro bem próximo. E que todas as
providencias estão sendo tomadas para analisar o caso.
A Assessoria de Comunicação da Prefeitura de
Marituba, em nota, informou que não tem contrato de serviço com a Empresa BR
Editora, alvo da operação Lessons. A Controladoria do Município emitiu, em
abril deste ano, um parecer desfavorável a renovação de contrato com a empresa
pois não cabe a inexigibilidade de licitação pois o serviço ofertado pela BR
Editora não é exclusivo. As prefeituras de Augusto Correa (R$ 1,8 milhão),
Mãe do Rio (R$ 900 mil) e Ponta de Pedras (R$ 1,8 milhão).
O delegado Jorge Eduardo Ferreira destacou que
graças à operação e às investigações, vários contratos foram cancelados antes
que causassem mais prejuízo aos cofres públicos sem dar qualquer retorno às
crianças, que ficariam sem cursos de qualidade. Após denúncias, o Governo do
Estado cancelou um contrato com as empresas do esquema no valor de R$ 198
milhões. RADIALISTA FORAGIDO E É APONTADO COMO CABEÇA DO ESQUEMA:), A
Justiça Federal considera o principal mentor do esquema), o radialista Nonato
Pereira que tiveram mandados de prisão preventiva. A função do radialista,
apontam o delegado da PF Alexandre Brabo e o juiz Rubens Rollo, era de conseguir
novos contratos para a quadrilha. “Tudo indica ser Nonato Pereira peça
essencial para o êxito do recebimento das vantagens indevidas, uma vez que
utiliza sua atividade de radialista e o seu programa de rádio para coagir e
cobrar prefeituras que firmaram os contratos com a empresa BR7-editora e que,
por alguma razão até o momento desconhecida, postergam os pagamentos dos
contratos fraudulentos”, afirmou Rollo.
O radialista tinha inserção e popularidade no
interior do Estado, mas acredita-se que se valeu da própria função de
radialista para coagir ou ameaçar os prefeitos que não quisessem aceitar o
esquema, cujos contratos mais básicos estavam no piso de R$ 900 mil, mas
giravam em torno de R$ 1,8 milhão. Na rádio, ele costumava fazer cobranças veladas
no programa dele. O prefeito de Marituba, Mário Filho, era, costumeiramente,
atacado pelo radialista. “Outra coisa que chamou a atenção é que a IHOL, como
uma escola de idiomas, tinha uma atividade muito aquém. Em dois anos, conseguiu
apenas 20 alunos. Para nós, ela existia, apenas, para dar um ar de legalidade à
fraude”, declarou o delegado. A sede da escola ficava na avenida Marquês de
Herval, esquina com a avenida Doutor Freitas. Não há mais nada lá. O total de
funcionários da empresa chegava a cinco pessoas.
Os presos serão indiciados, de acordo com o grau de
participação, pelos crimes de associação criminosa, frustrar o caráter
competitivo do procedimento licitatório, peculato, corrupção passiva e tráfico
de influência. Participam da operação 70 policiais Federais, 17 auditores da
Controladoria Geral da União e oito auditores da receita federal. O nome da
operação, Lessons, é uma alusão ao material fornecido pelas empresas.
O
radialista Nonato Pereira (Raimundo Nonato da Silva Pereira), está foragido e é
apontado como um dos líderes do esquema. Na casa dele, foram encontrados R$ 76
mil em dinheiro e uma quantidade de haxixe.
O nome da
operação é uma alusão ao material fornecido pela empresa.
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