Reajuste tarifário será pauta de reunião da diretoria da Agência na próxima terça-feira. Aumento médio deve ser de 7,6% para os consumidores, segundo o Dieese.
| Reajuste tarifário será pauta de reunião da diretoria da Agência na próxima terça-feira. Aumento médio deve ser de 7,6% para os consumidores, segundo o Dieese. |
Ainda segundo a Aneel, por meio da assessoria de comunicação, foi solicitado que o assunto tenha destaque e, com isso, “será incluído na pauta da próxima reunião pública ordinária (11/8)”.
Questionada, a Aneel não informou quando começa a valer a nova tarifa, se aprovada na próxima reunião.
Segundo o segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese-PA), o aumento médio é de 7,6% para os consumidores.
Como ficam as tarifas propostas, se aprovadas:Consumidores de Baixa Tensão (residências e comércio): alta de 7,40%
Consumidores de Alta Tensão (indústrias e grandes empresas): alta de 8,42%
Reajuste médio proposto: 7,60%
Em nota, a Equatorial Pará informou que a definição das tarifas é de responsabilidade exclusiva da Aneel e que aguarda a decisão da agência para aplicar os índices que forem homologados.
“O processo previsto para agosto refere-se ao reajuste tarifário anual, mecanismo regulatório previsto no contrato de concessão e na regulamentação do setor elétrico.
Não se trata de uma revisão tarifária, que possui objetivos e metodologia distintos”, disse ainda a concessionária.
Se fosse analisado e aprovado na última terça-feira, como incialmente previsto, o reajuste tarifário passaria a valer a partir da próxima sexta-feira (7).
Conta de luz pode subir mais de 7% no Pará após reajuste da tarifa
De acordo com os documentos da Aneel, a alta média poderia passar de 13%.
O percentual foi reduzido após a inclusão antecipada de R$ 500 milhões provenientes de recursos de Uso do Bem Público (UBP), utilizados para amortecer o impacto nas tarifas.
Com isso, a proposta caiu para 7,6%.
O que muda para o consumidor?
Se o reajuste for aprovado pela diretoria da Aneel, os consumidores residenciais, enquadrados no grupo de baixa tensão, terão aumento médio de 7% na conta de luz.
Para os consumidores de alta tensão, como indústrias e grandes empresas, a alta prevista é de 8,42%.
Para o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese-PA), o reajuste deve pressionar o custo de vida no estado.
Além do impacto direto na conta de luz, a energia é um insumo utilizado por supermercados, padarias, comércios e indústrias, o que pode resultar em repasses para os preços de produtos e serviços.
Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 05/08/2026/16:06:40
Blog do Xarope via Jornal Folha de Progresso .
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