Está prevista a conclusão de um novo laudo pericial, nesta sexta-feira (13/3), cujo resultado pode criminalizar a morte da soldado Gisele Alves Santana, de 32 anos, tornando-a eventualmente vítima de feminicídio.
O caso, primeiramente registrado como svic1dio, passou a ser investigado pela Polícia Civil de São Paulo como morte suspeita, após contradições e dúvidas sobre as circunstâncias nas quais a policial militar foi baleada na cabeça.
Dois laudos anteriores, já mostrados pelo Metrópoles, afirmam a presença de marcas de unha e dedos na região do pescoço de Gisele, indicando que ela teria sido asfixiada, antes de ser mortalmente ferida com um tiro na cabeça.


















