Analistas apontam que ataque reacende temores de intervenção externa, gera incertezas sobre o futuro da Venezuela e impõe desafios diplomáticos, humanitários e políticos ao Brasil
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, segura a espada de Simón Bolívar enquanto se dirige a membros das forças armadas, da Milícia Bolivariana, da polícia e a civis durante um comício contra uma possível escalada das ações dos EUA em relação ao país, na base militar Fort Tiuna, em Caracas, Venezuela, 25 de novembro de 2025.
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