segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Empresário é morto a tiros, sua morte é cercado de mistério

Homem foi baleado diante da esposa e de amigos. Seguranças revidaram, mas o assassino conseguiu fugir.
O empresário Willamo Matos Ataíde, de 31 anos, que tinha negócios nos ramos de entretenimento e transporte, foi assassinado com tiros de pistola ponto 40 por volta das 21 horas de anteontem, na área do antigo Iate Clube, no bairro da Condor.
A vítima havia descido de uma embarcação particular e se dirigia para o restaurante do local quando o assassino abriu fogo. Os seguranças de Willamo reagiram. Depois de atirar, o matador fugiu em um táxi modelo Siena. Já o empresário morreu no local, diante da esposa e de amigos que o acompanhavam no passeio.
Assassinato de empresário é cercado de mistério (Foto: JR Avelar/Reprodução)O porteiro do Marina’s Clube, que não revelou o nome, disse que ouviu os tiros e se escondeu, pois teve medo de ser vítima de uma bala perdida. "Foi muito tiro, só deu tempo de me esconder, o criminoso passou por aqui disparado", afirmou. Com relação ao procedimento de segurança no local, o porteiro explicou que qualquer pessoa tem acesso à parte interna, uma vez que o restaurante é aberto ao público.

Logo após o crime várias viaturas da Polícia Militar se deslocaram ao local para fazer o trabalho de levantamento de informações. O tenente Monteiro, do 20º Batalhão da Polícia Militar, informou que os familiares e amigos de Willamo estavam bastante abalados e, por causa disso, passaram poucas informações à polícia.
"O que sabemos é que o criminoso já estava à espera dele, uma vez que quando ele saiu da embarcação e estava em direção ao restaurante, foi abordado com os tiros. Nós encontramos oito estojos de munição ponto 40, não sabemos se todos os tiros acertaram a vítima", explicou o tenente Monteiro.
A equipe da Divisão de Homicídios também esteve no local, sob comando do delegado Lenoir Cunha. Ele disse que identificou todas as testemunhas, para intimá-las a prestar esclarecimentos na unidade policial.
"Nesse primeiro momento não conseguimos desvendar quase nada, pois está todo mundo aflito diante da situação de violência. Mas todas as testemunhas serão convocadas a prestar depoimento e somente após ouvi-las é que vamos ter condições de identificar a linha de investigação", afirmou.
Familiares e amigos de Willamo demonstravam indignação diante do crime. Além disso, eles impediram a entrada da imprensa no espaço.

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