A Cargill confirmou que, na noite desta quinta-feira (20), dois episódios de violência atingiram ativos da empresa no Brasil.
As ações, segundo a companhia, teriam sido promovidas por manifestantes e resultaram em vandalismo e invasão de instalações.
De acordo com a nota oficial, o primeiro caso ocorreu no escritório central da empresa, em São Paulo (SP), onde um grupo de pessoas teria vandalizado a fachada do edifício.
Horas depois, o terminal portuário da companhia em Santarém, no oeste do Pará, foi invadido.
O terminal já vinha enfrentando bloqueio na portaria de caminhões há cerca de 30 dias, realizado por grupos indígenas.
Na noite do ocorrido, conforme a empresa, manifestantes teriam avançado sobre a estrutura, ocupando o espaço e deixando “fortes indícios de vandalismo e depredação dos ativos”.
Plano de emergência acionado
A empresa informou que, diante da situação e da ameaça à integridade dos trabalhadores, o plano de emergência foi imediatamente acionado.
Funcionários que estavam no local buscaram abrigo em área fechada até que pudessem ser evacuados com segurança.
Até o momento, o terminal segue ocupado, e as operações da companhia foram integralmente interrompidas.
Ordem judicial e diálogo com autoridades
A Cargill afirmou ainda que respeita o direito à manifestação, embora declare não ter ingerência sobre a pauta apresentada pelos manifestantes.
A companhia também informou que já possui ordem judicial para a desocupação do terminal e que mantém contato com as autoridades competentes para que as providências sejam tomadas de forma ordeira e segura.
O caso segue em acompanhamento, e novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço das tratativas para a desocupação e a retomada das atividades.
Fonte : Assessoria da Cargill
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