domingo, 19 de novembro de 2017

Pedida a prisão temporária do ex-marido da professora Sidalha, desparecida há quase 2 meses, EM ANAPU

Anapu: Pedida a prisão temporária do ex-marido da professora Sidalha, desparecida há quase 2 meses
Desde o desaparecimento da Sidalha, as cidades de Anapu e Pacajá se mobilizaram em busca da professora, sem sucesso.
A Polícia Civil de Anapu solicitou ao juiz da Comarca local mandado de prisão temporária de Valmir Lopes de Souza, o Baiano, ex-marido da professora Sidalha Pereira da Silva, residente em Anapu e desaparecida no município de Pacajá, desde o dia 22 de setembro deste ano. Para a polícia, Baiano é, neste momento, o principal suspeito do sumiço de sua ex-mulher.
De acordo com a polícia, foi na residência do ex-marido que Sidalha Pereira foi vista pela última vez antes de desaparecer misteriosamente. O delegado informou que aguarda a decisão da Justiça quanto ao pedido de prisão temporária de Valmir Lopes.
O delegado de Anapu, Rubens Mattoso Ribeiro, que preside o inquérito, diz que Baiano é suspeito de receptação de produto de roubo, no município de Itupiranga, a cidade de origem dele. E agora é suspeito também do desaparecimento da ex-mulher.
Caso Sidalha
Segundo colegas de trabalho, a professora Sidalha Pereira da Silva saiu da Escola Municipal Hermes da Fonseca, na zona rural do município de Pacajá, onde trabalhava, por volta das 9h do dia 22 de setembro, uma sexta-feira. A partir daí os professores e demais funcionários da escola não viram mais a colega.
Outras testemunhas, entretanto, dizem ter visto Sidalha na casa do ex-marido, na manhã do sábado, 23 de setembro. Outros disseram tê-la visto na mesma manhã em uma estrada vicinal da região da Vila Seca, onde está localizada a escola que ela trabalhava.
Sidalha Pereira é mãe de três filhos. A família e amigos garantem que ela nunca se ausentou de casa por período prolongado.
Desde o desaparecimento da Sidalha, as cidades de Anapu e Pacajá se mobilizaram em busca da professora, sem sucesso. Os familiares vivem a angústia de não saber onde Sidalha está, se está viva ou morta e quem é o responsável pelo desaparecimento. A Assessoria de Comunicação da Polícia Civil pede a quem tiver qualquer informação sobre o caso, que possa ajudar a polícia, que mantenha contato com o Disque Denúncia através do número 181. (Imagem: Reprodução.)

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