Marzieh Ebrahimi é uma ativista iraniana e sobrevivente de um ataque com ácido ocorrido em 2014, em Isfahan.
Na época com 25 anos, ela foi uma das várias mulheres alvejadas por homens em motocicletas, supostamente por não estarem vestindo o hijab, o véu islâmico imposto por lei no país.
Hoje, Ebrahimi afirma celebrar a queda do ditador Ali Khamenei, símbolo do regime que, segundo ela, oprimiu e violentou mulheres iranianas por décadas.
Fonte: Folha de Curitiba
Blog doarope via Folha de Curitiba

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