domingo, 27 de agosto de 2017

Barco rebocador vira durante ventania em Alenquer, e tripulantes são resgatados

A embarcação estava prestes a atracar quando foi atingida por ventos fortes.
O rebocador de uma balsa carregada com combustível virou na madrugada deste domingo (27), no rio Surubiú, afluente do rio Amazonas, em Alenquer, no oeste do Pará. Segundo informações, a embarcação estava prestes a atracar quando foi atingida por ventos fortes. Os três tripulantes que estavam a bordo ficaram à deriva e conseguiram se salvar.
Ainda segundo as informações, donos de embarcações e pescadores da região prestaram ajuda aos tripulantes e iniciaram uma força tarefa para evitar que o rebocador afundasse. O rebocador transporta óleo diesel na balsa para abastecer uma usina termoelétrica da cidade. Uma equipe da Capitania Fluvial de Santarém seguiu para Alenquer e deve apurar o caso.
Por Adonias Silva 

Ex-presidiário é executado com 5 tiros na Orla de Altamira

Wesley recebeu 5 tiros sem piedade na Orla de Altamira, a Capital da Violência no Brasil
Wesley Alves Morais de 27 anos, foi assassinado com cinco tiros a queima roupa no início da tarde desse Domingo 27, por volta das 14 horas. O crime aconteceu na Orla da cidade de Altamira, no sudoeste do Pará. Ele caiu ainda na área de um estabelecimento comercial.
Ele já tinha passagem pela polícia, e teria sido acertos de contas
O criminoso estava a pé, mas a polícia acredita que o autor do homicídio contava com um comparsa. Tudo indica que o crime foi uma execução, devido as características.
Wesley já tinha várias passagens pela delegacia, e tinha saído a menos de um mês do centro de recuperação de Altamira. Ele também estava com uma faca na cintura no momento em que foi morto.
Por Gleyson Araujo 

Polícia prende bandidos de Uruará praticando assalto a posto de gasolina em Placas

Os dois elementos presos em Placas
Os suspeitos, Joilson Oliveira de Sousa, 24 anos, e Arivonei Cruz Pereira, 25 anos, disseram que são residentes no município de Uruará. Ambos devem ficar a disposição da justiça. Dois indivíduos, foram presos na cidade de Placas, na manhã deste sábado, 26, após assalto a um posto de gasolina.
Segundo informou da Polícia Militar, por volta das 10:30 horas, a guarnição foi acionada pelo frentista de um posto de combustível na cidade de Placas, relatando que o local teria sido assaltado por dois indivíduos, de capacetes preto, altos e magros, armados com um revólver e utilizando uma motocicleta Bros de cor preta, sem placa. Ainda segundo relatos do frentista, os indivíduos teriam subtraído do local, uma certa quantia em dinheiro. Após o assalto, os mesmos teriam fugido tomando como direção, a cidade de Uruará, pela rodovia Transamazônica (BR-230).
A moto usado pela dupla
A GU de serviço com o subtenente Castro, cabo Jean e soldado Rosivaldo, sob o comando do major PM Márcio Abud, saíram em diligência pela BR-230, e a cerca de 30 km do centro urbano da cidade de Placas, os dois suspeitos foram avistados, alcançados e abordados. Ainda em movimento, um dos indivíduos tentou se desfazer da arma de fogo, um revolver que foi apreendido na abordagem. Os policiais militares ainda conseguiram localizar com os suspeitos certa quantia em dinheiro podendo ser produto do crime.
Posteriormente os dois indivíduos foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil de Placas, para os procedimentos, onde foram reconhecidos pela vítima juntamente com a arma utilizada no crime.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Empresário julgado inocente por assassinato de advogado é executado em Itaituba

O Comerciante Albenor Moura foi acusado de morte de advogado de cooperativa de garimpeiros, julgado e inocentado em 2017.
Albenor Moura foi assassinado nesta quinta-feira (24) em Itaituba, no sudeste do Pará. Moura era proprietário de um posto de combustíveis na cidade e, de acordo com testemunhas, foi morto a tiros no estabelecimento.
Segundo a Polícia, o empresário foi atingido na cabeça. Testemunhas informaram à Polícia que dois homem chegarem de moto, um deles desceu e atirou na vítima.
Um inquérito policial deve investigar o caso. As imagens de câmeras de segurança do local do crime estão sendo usadas para identificar os autores do crime.
Em maio de 2017, ele havia sido julgado e absolvido de uma acusação de homicídio duplamente qualificado no caso da morte do advogado Raimundo Messias de Oliveira, da cooperativa de garimpeiros da Mineração Ouro Roxo.
Messias foi assassinado em 27 de setembro de 2003 e teve o corpo encontrado quase dois meses depois, em 15 de novembro, em um poço desativado localizado dentro de um posto de combustíveis de propriedade de Albernor Moura.

Acusados de participação na morte de advogado em Itaituba foram julgados, em Belém em 2017. Moura foi absolvido. 

Grupo é preso suspeito de saquear malas de vítimas de naufrágio, no Rio Xingu

Três homens foram presos nesta quinta-feira (24) suspeitos de saquear o navio Capitão Ribeiro, que naufragou na última terça-feira em Porto de Moz, no Rio Xingu, no oeste no Pará. Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Estado (Segup), os suspeitos estariam levando objetos e malas das vítimas do naufrágio. O trio está detido na Delegacia de Porto de Moz.
Até a tarde desta quinta, tinham sido encontrados 21 corpos de vítimas do naufrágio, e 23 sobreviventes tinham sido resgatados.
O navio Capitão Ribeiro saiu do município de Santarém às 18h de segunda, de acordo com a Segup. As informações iniciais diziam que 70 pessoas estavam a bordo, mas o dono do barco disse que o navio transportava 48 pessoas. O governo trabalha com o número de 49 pessoas a bordo.
De acordo com a Agência Estadual de Regulação e Controle de Serviços Públicos (Arcon-PA), a empresa não estava legalizada para fazer o transporte de passageiros.

Centro de Perícias libera os corpos de nove vítimas do naufrágio no rio Xingu

A equipe do Centro de Perícias Científicas “Renato Chaves” liberou os corpos das nove vítimas já identificadas do naufrágio da embarcação “Capitão Ribeiro”, ocorrido na noite de terça-feira (21), no rio Xingu, entre as cidades de Porto de Moz e Senador José Porfírio, no sudoeste paraense. Por volta das 21h30, os corpos foram liberados aos familiares.

Buscas pelos corpos no Rio Xingu continuam

A equipe do Centro de Perícias Científicas “Renato Chaves” liberou os corpos das nove vítimas já identificadas do naufrágio da embarcação “Capitão Ribeiro”, ocorrido na noite de terça-feira (21), no rio Xingu, entre as cidades de Porto de Moz e Senador José Porfírio, no sudoeste paraense. Por volta das 21h30, os corpos foram liberados aos familiares.
O Corpo de Bombeiros e Defesa Civil estadual coordenam as ações de busca, salvamento e atendimento social da sede da Câmara Municipal de Porto de Moz, onde foi instalado um gabinete de crise com a presença das forças de segurança estaduais, poder executivo municipal e demais órgãos envolvidos na operação de resgate às vítimas do naufrágio da embarcação, que saiu de Santarém e tinha como destino final Vitória do Xingu.

TROMBA D´ÁGUA TERIA ATINGIDO EMBARCAÇÃO NO RIO XINGU


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A embarcação teria sido  atingida por uma tromba d’água – fenômeno similar a um tornado.
A Polícia Civil já ouviu integrantes da tripulação e sobreviventes. O dono da embarcação foi ouvido e informou que 48 pessoas, entre tripulação e passageiros, estavam a bordo. De acordo com o delegado de Porto de Moz, Elcio de Deus, que a embarcação foi atingida por uma tromba d’água – fenômeno similar a um tornado.
“A tripulação disse ter visto, no horizonte, algo com o formato de um funil, acompanhado de muita chuva e vento forte, e que teria pego o barco pela afundado. 
De acordo com os relatos a embarcação girou e afundou em seguida”, informou o delegado. 
A Polícia Civil deve solicitar informações à Agência de Regulação e Controle dos Serviços Públicos do Estado do Pará (Arcon) e à Capitania dos Portos sobre a autorização concedida ao dono da embarcação “Capitão Ribeiro”

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Embarcação que naufragou no Rio Xingu não estava legalizada

A embarcação “Capitão Ribeiro”, que naufragou na madrugada desta quarta-feira (23), não estava legalizada para fazer o transporte de passageiros, segundo informações da Agência Estadual de Regulação e Controle de Serviços Públicos (Arcon-PA).
A embarcação pertencente à empresa Almeida e Ribeiro Navegação Ltda. - “não estava legalizada para fazer o transporte de passageiros, por não se encontrar registrada na Arcon-PA, portanto a embarcação estava realizado o transporte clandestino de usuários”.
Ainda de acordo com o comunicado da agência, a empresa foi notificada pelos fiscais da Arcon durante uma operação realizada no dia 05 de junho de 2017 , “mas até o momento nenhum representante da empresa compareceu a essa Agência para se regularizar”, declara a Arcon.
“A diretoria de Arcon-PA aproveita o momento para reforçar o alerta aos usuários do transporte hidroviário no Estado do Pará que não utilizem dos serviços de transporte clandestino”, finaliza o texto encaminhado pela agência.
A embarcação com 70 passageiros naufragou, na madrugada desta quarta-feira (23), em uma área denominada Ponte Grande do Xingu, localizada entre os municípios Governador José Porfírio e Porto de Moz, deixando sete mortos e mais de 40 desaparecidos. Entre as vítimas fatais estão cinco adultos, uma adolescente de 15 anos e uma criança de apenas 1 ano.
O Corpo de Bombeiros Militar informou que, na manhã desta quarta-feira, 25 pessoas foram resgatadas com vida e cerca de 43 passageiros continuam desaparecidos. A principal suspeita é de que uma tempestade tenha provocado o naufrágio. O navio saiu de Santarém e seguia viagem para Vitória do Xingu, fazendo paradas nos município de Monte Alegre e Prainha.
Lista dos sobreviventes
Na tarde desta quarta (23), a defesa civil em Porto de Moz encaminhou os corpos das vítimas para o Ginásio Poliesportivo Chico Cruz, onde serão periciados pelo IML e apresentado às famílias para identificação.
A Defesa Civil também divulgou os nomes de 10 sobreviventes que foram identificados até o momento e que estão na cidade, outros que seguiram para Vitória do Xingu e Senador José Porfírio não foram mencionados na lista.
1 - Charles Medeiros da Silva 
2 - Alessandro Carvalho Souza 
3 – Antônio Neves Rodrigues 
4 – Carla Conceição de Souza 
5 – Daniela Borges da Silva 
6 – Dhemison Furtado Rodrigues 
7 – Edivan Felipe Peixoto 
8 – Kailison 
9 – Maria do Socorro Pinto Nonato 
10 – Rubilei Fonseca
Outros dois sobreviventes identificados por; Israel e Adalto moradores de Altamira também estão entre as pessoas que nadaram até a margem do rio.
Pelo menos 13 corpos foram resgatados do fundo do rio, uma equipe do IML faz o trabalho de necropsia e identificação dos corpos no Ginásio Chico Cruz em Porto de Moz.
Blog do Xarope Com informações de Felype Adms | Xingu 230 e Dol.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Escuta telefônica da Perfuga: Reginaldo Campos e o sogro; ouça.

O site/blog Jeso Carneiro publica novo trecho de escuta telefônica, autorizada pela Justiça, no âmbito da operação Perfuga. Desta vez, entre Reginaldo Campos (PSC) e Mário Cabral, sogro do vereador e que ocupava o cargo de chefe de gabinete do parlamentar na Câmara de Santarém. Mário, segundo as investigações, não trabalhava. 
Apenas recebia o salário e o repassava ao presidente municipal do PSC. Neste link, visualize o organograma da organização criminosa, feito a partir de informações da Polícia Civil e Ministério Público do Pará. Ontem, 22, o site/blog Jeso Carneiro publicou o trecho da escuta telefonica entre Reginaldo e Andrwes Silva, chefe do Setor de RH da Câmara.
A conversa entre Reginaldo e seu sogro foi grampeada também no dia 21 de março deste ano. O vereador comunica a Mário Cabral que o dinheiro do salário já foram depositado, e que está precisando para pagar um cartão de crédito. Pede, então, ao sogro para passar com a mulher que chama de “Vani” para pegar o dela também. Ouça.
OPERAÇÃO PERFUGA A operação Perfuga foi deflagrada em Santarém no último dia 7 pela Polícia Civil e Ministério Público do Pará. Ela apura crimes de peculato, falsificação de documento público, corrupção e associação criminosa. Os suspeitos, entre os quais 3 advogados, tiveram prisão preventiva, temporária e coercitiva decretada pela Justiça. 
O chefe, conforme as investigações, seria o vereador Reginaldo Campos. O esquema teria causado prejuízos na ordem de 1 milhão de reais ao erário público.